Shock tactics / Chris Herbert
In: Police Review.ISSN 0309-1414. London. V.111,n.5754 (12 December 2003) , p.18-19Idioma: Inglês.Assunto: TASER | EQUIPAMENTO POLICIAL | TÉCNICA DE IMOBILIZAÇÃO | REINO UNIDO Resumo: A introdução de "Tasers" nas forças policiais do Reino Unido, tem suscitado opiniões controversas. Trata-se de um recurso menos letal e apresenta-se na forma de uma pistola que emite um choque eléctrico através de duas descargas que, em contacto com o corpo da pessoa visada, provocam uma perda imediata do controlo muscular, imobilizando-a por um curto período de tempo. De acordo com um esquema piloto implementado no Reino Unido, esta tecnologia está a ser utilizada de forma experimental em cinco forças policiais, apenas em incidentes com armas de fogo, mas a ACPO (Association of Criminal Police Officers) prevê alargar a experiência a situações que envolvam detenções em auto-defesa e situações de imobilização. Esta questão está em fase de apreciação e debate entre as autoridades responsáveis, tendo em vista encontrar a melhor solução para fazer face a situações delicadas, com o menor risco possível de danos, quer para a vítima, quer para a polícia, quer para o próprio criminoso.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
A introdução de "Tasers" nas forças policiais do Reino Unido, tem suscitado opiniões controversas. Trata-se de um recurso menos letal e apresenta-se na forma de uma pistola que emite um choque eléctrico através de duas descargas que, em contacto com o corpo da pessoa visada, provocam uma perda imediata do controlo muscular, imobilizando-a por um curto período de tempo. De acordo com um esquema piloto implementado no Reino Unido, esta tecnologia está a ser utilizada de forma experimental em cinco forças policiais, apenas em incidentes com armas de fogo, mas a ACPO (Association of Criminal Police Officers) prevê alargar a experiência a situações que envolvam detenções em auto-defesa e situações de imobilização. Esta questão está em fase de apreciação e debate entre as autoridades responsáveis, tendo em vista encontrar a melhor solução para fazer face a situações delicadas, com o menor risco possível de danos, quer para a vítima, quer para a polícia, quer para o próprio criminoso.
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