Criminal confessions : overcoming the challenges / Michael R. Napier, Susan H. Adams
In: FBI-Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. V.71,n.11 (November 2002) , p.9-15Idioma: Inglês.Assunto: TÉCNICAS DE ENTREVISTA | INTERROGATÓRIO POLICIAL | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | ESTADOS UNIDOS Resumo: As técnicas de entrevista e os interrogatórios policiais a suspeitos revestem-se de particular importância para a investigação criminal. Estes devem, contudo, ser utilizados de acordo com determinadas regras, por forma a que o interrogado confesse a culpabilidade, mas sem que o funcionário que procede ao interrogatório exerça coacção e desde que aja dentro de parâmetros éticos. Nos EUA estas técnicas têm vindo a ser estudadas e aperfeiçoadas, podendo actualmente agrupar-se em cinco categorias. De entre os procedimentos recomendados e englobados nestas cinco categorias, cabe salientar: observação do comportamento do suspeito no acto da entrevista; identificação das características e pontos vulneráveis do suspeito; recurso a fotos contendo cenas de crimes e utilização de perguntas em sistema aberto; não criação de falsas realidades que possam limitar ao suspeito a capacidade para raciocinar e considerar opções alternativas de resposta; recurso a métodos da psicologia em vez da coacção.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
As técnicas de entrevista e os interrogatórios policiais a suspeitos revestem-se de particular importância para a investigação criminal. Estes devem, contudo, ser utilizados de acordo com determinadas regras, por forma a que o interrogado confesse a culpabilidade, mas sem que o funcionário que procede ao interrogatório exerça coacção e desde que aja dentro de parâmetros éticos. Nos EUA estas técnicas têm vindo a ser estudadas e aperfeiçoadas, podendo actualmente agrupar-se em cinco categorias. De entre os procedimentos recomendados e englobados nestas cinco categorias, cabe salientar: observação do comportamento do suspeito no acto da entrevista; identificação das características e pontos vulneráveis do suspeito; recurso a fotos contendo cenas de crimes e utilização de perguntas em sistema aberto; não criação de falsas realidades que possam limitar ao suspeito a capacidade para raciocinar e considerar opções alternativas de resposta; recurso a métodos da psicologia em vez da coacção.
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