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La gestione delle impronte digitali mediante i calcolatori elettronici / Gennaro Pirone, Giovanni Zanella, Mario Vascon

Autor: PIRONE, GennaroCo-autor: ZANELLA, Giovanni; VASCON, MarioIn: Revista di Polizia. Roma. V.10 (Ottobre 1977) , p.641-661Idioma: Italiano.Assunto: DACTILOSCOPIA | INFORMÁTICA | ITÁLIA Resumo: A identificação de um indivíduo pode fazer-se através das impressões digitais de quem voluntária ou involuntariamente as deixou, uma vez que é possível classificar os desenhos que formam as cristas papilares. O tratamento dos ficheiros dactiloscópicos feito por processos manuais é uma tarefa morosa estando nalguns países a ser substituída pelo recurso ao computador. O tipo de classificação antes utilizado pela polícia italiana, era uma classificação monodactilar limitada às impressões dos reincidentes por delitos que implicam normalmente uma habitualidade (furtos, roubos), subdividindo o ficheiro em dois grupos, um para a mão direita e outro para a esquerda. O emprego dos computadores por seu lado, permite a automatização da classificação - mesmo sem ter em conta que o dedo pertence à mão direita ou à mão esquerda - bem como as comparações instantâneas de impressões tiradas com as já armazenadas. Além disso, é possível também pensar em operações semelhantes, sempre em tempo real, até para fragmentos de impressões. Pormenorizam-se neste artigo, as experiências relativas à utilização dos calculadores electrónicos para a gestão automática das impressões digitais, efectuadas no Instituto de Física da Universidade de Pádua.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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A identificação de um indivíduo pode fazer-se através das impressões digitais de quem voluntária ou involuntariamente as deixou, uma vez que é possível classificar os desenhos que formam as cristas papilares. O tratamento dos ficheiros dactiloscópicos feito por processos manuais é uma tarefa morosa estando nalguns países a ser substituída pelo recurso ao computador. O tipo de classificação antes utilizado pela polícia italiana, era uma classificação monodactilar limitada às impressões dos reincidentes por delitos que implicam normalmente uma habitualidade (furtos, roubos), subdividindo o ficheiro em dois grupos, um para a mão direita e outro para a esquerda. O emprego dos computadores por seu lado, permite a automatização da classificação - mesmo sem ter em conta que o dedo pertence à mão direita ou à mão esquerda - bem como as comparações instantâneas de impressões tiradas com as já armazenadas. Além disso, é possível também pensar em operações semelhantes, sempre em tempo real, até para fragmentos de impressões. Pormenorizam-se neste artigo, as experiências relativas à utilização dos calculadores electrónicos para a gestão automática das impressões digitais, efectuadas no Instituto de Física da Universidade de Pádua.

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