Les méthodes d'action. L'action répressive. Le point de vue du magistrat / Paul Malibert
In: Revue de la Police National.ISSN 0035-1237. Paris. N.105 (1977) , p.68-70Idioma: Francês.Assunto: SEGURANÇA | PRÁTICA POLICIAL | MAGISTRATURA E POLÍCIA | FRANÇA Resumo: Com base na sua experiência de juiz do Ministério Público, o articulista dá-nos a sua opinião sobre qual deve ser o papel do magistrado no caso presente, o do Ministério Público, face aos métodos de acção utilizados pela polícia. Polariza a sua exposição à volta de dois pontos: o magistrado deve participar na acção repressiva; por outro lado, não deve perder de vista que é o garante das liberdades individuais. Quanto à primeira questão, a participação do magistrado na acção repressiva é encarada em três planos: a ligação do magistrado do Ministério Público com a Polícia Judiciária, o tratamento dos processos (orientação, qualificação) e a elaboração das sanções. Relativamente ao papel do magistrado como garante das liberdades individuais, são abordadas três questões: o controlo da Polícia Judiciária, a insegurança real e a insegurança alegada.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Com base na sua experiência de juiz do Ministério Público, o articulista dá-nos a sua opinião sobre qual deve ser o papel do magistrado no caso presente, o do Ministério Público, face aos métodos de acção utilizados pela polícia. Polariza a sua exposição à volta de dois pontos: o magistrado deve participar na acção repressiva; por outro lado, não deve perder de vista que é o garante das liberdades individuais. Quanto à primeira questão, a participação do magistrado na acção repressiva é encarada em três planos: a ligação do magistrado do Ministério Público com a Polícia Judiciária, o tratamento dos processos (orientação, qualificação) e a elaboração das sanções. Relativamente ao papel do magistrado como garante das liberdades individuais, são abordadas três questões: o controlo da Polícia Judiciária, a insegurança real e a insegurança alegada.
There are no comments for this item.