L'utilisation du polygraphe par la police et l'attitude des tribunaux japonais / Minoru Takahashi
In: Revue Internationale de Police Criminelle.ISSN 0035-3396. Paris. N. 315 (Février 1978) , p. 30-35Idioma: Francês.Assunto: POLICIA - PORTUGAL | INTERROGATÓRIO POLICIAL | DETECTOR DE MENTIRAS | JAPÃO Resumo: Já há vários anos que, no Japão, é utilizado o polígrafo nos inquéritos policiais, sendo perfeitamente admitida esta maneira de estabelecer a autenticidade das declarações de um arguido por meio das suas reacções fisiológicas. O Supremo Tribunal de Justiça reconhece força probatória ao relatório proveniente dos exames realizados com o polígrafo. A sua aplicação a um arguido depende, porém, do acordo deste, expresso pela assinatura de uma declaração de consentimento. Existem regras nacionais para os exames poligráficos, que foram estabelecidas a partir de 1971, com a finalidade de uniformizar a sua aplicação em todos os serviços de polícia do país. Os examinadores poligrafistas necessitam de possuir uma elevada competência técnica e ter bons conhecimentos de psicologia e fisiologia, estando a sua formação técnica a cargo de um instituto especializado.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ() (Browse shelf) | Available |
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Já há vários anos que, no Japão, é utilizado o polígrafo nos inquéritos policiais, sendo perfeitamente admitida esta maneira de estabelecer a autenticidade das declarações de um arguido por meio das suas reacções fisiológicas. O Supremo Tribunal de Justiça reconhece força probatória ao relatório proveniente dos exames realizados com o polígrafo. A sua aplicação a um arguido depende, porém, do acordo deste, expresso pela assinatura de uma declaração de consentimento. Existem regras nacionais para os exames poligráficos, que foram estabelecidas a partir de 1971, com a finalidade de uniformizar a sua aplicação em todos os serviços de polícia do país. Os examinadores poligrafistas necessitam de possuir uma elevada competência técnica e ter bons conhecimentos de psicologia e fisiologia, estando a sua formação técnica a cargo de um instituto especializado.
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