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Nonverbal communications in interrogations / Merlin S. Kuhlman

Autor: KUHLMAN, Merlin S.In: FBI-Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. V.49,n.11 (November 1980) , p.6-9Idioma: Inglês.Assunto: INTERROGATÓRIO POLICIAL | PSICOLOGIA Resumo: A linguagem não verbal não é uma linguagem exacta e nem todas as pessoas, em circunstâncias idênticas, exprimem os mesmos elementos não verbais. Contudo, a comunicação não verbal pode ser mais verdadeira, significativa e expressiva que a comunicação oral e a sua interpretação correcta é muito importante para um polícia que faça entrevistas ou interrogatórios, permitindo-lhes ultrapassar os obstáculos frequentemente presentes nas palavras faladas. Porém, uma utilização incorrecta ou uma má interpretação dos elementos não verbais poderão levar a um interrogatório inútil ou a confissões e depoimentos falsos, nomeadamente no caso de indivíduos afectados por perturbações mentais.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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A linguagem não verbal não é uma linguagem exacta e nem todas as pessoas, em circunstâncias idênticas, exprimem os mesmos elementos não verbais. Contudo, a comunicação não verbal pode ser mais verdadeira, significativa e expressiva que a comunicação oral e a sua interpretação correcta é muito importante para um polícia que faça entrevistas ou interrogatórios, permitindo-lhes ultrapassar os obstáculos frequentemente presentes nas palavras faladas. Porém, uma utilização incorrecta ou uma má interpretação dos elementos não verbais poderão levar a um interrogatório inútil ou a confissões e depoimentos falsos, nomeadamente no caso de indivíduos afectados por perturbações mentais.

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