Normal view MARC view ISBD view

Narcotic culture : a social history of drug consumption in China / Franck Dikotter, Lars Laamann, Zhou Xun

Autor: DIKOTTER, FrankCo-autor: LAAMANN, Lars; XUN, ZhouIn: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. V.42,n.2 (Spring 2002) , p.317-336Idioma: Inglês.Assunto: ÓPIO | DROGA | TOXICODEPENDÊNCIA | CHINA Resumo: O ópio e a China encontram-se associados. No presente artigo procura dar-se uma panorâmica histórica sobre o significado cultural e o uso social dos narcóticos naquele país, desde o séc. XVI até meados do séc. XIX. O estudo efectuado à história do consumo de droga na China, indica que o ópio ocupou diferentes funções dentro de contextos sociais específicos; foi alternada ou simultaneamente um produto médico, um objecto de prazer, uma divisa de distinção social e um símbolo de cultura de elite. Sublinha as razões da enorme expansão dos estupefacientes, desde o fumar ópio como uma prestigiosa actividade da elite do séc. XVII, até ao amplo consumo de morfina pelo povo e pelos pobres no séc.XX, devido, entre outras, às suas propriedades médicas e paliativas, bem como à ausência de substâncias como o quinino e a aspirina. Observa igualmente como a "cultura do ópio" se foi gradualmente transformando e diversificando pelo consumo de morfina e de outras substâncias psicoactivas, facto que levou a uma florescente cultura de droga na nova China com acentuada tendência para os narcóticos opiáceos, em detrimento dos estimulantes ou alucinogéneos.
Tags from this library: No tags from this library for this title. Log in to add tags.
    average rating: 0.0 (0 votes)
Item type Current location Call number Status Date due Barcode
Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
Available

O ópio e a China encontram-se associados. No presente artigo procura dar-se uma panorâmica histórica sobre o significado cultural e o uso social dos narcóticos naquele país, desde o séc. XVI até meados do séc. XIX. O estudo efectuado à história do consumo de droga na China, indica que o ópio ocupou diferentes funções dentro de contextos sociais específicos; foi alternada ou simultaneamente um produto médico, um objecto de prazer, uma divisa de distinção social e um símbolo de cultura de elite. Sublinha as razões da enorme expansão dos estupefacientes, desde o fumar ópio como uma prestigiosa actividade da elite do séc. XVII, até ao amplo consumo de morfina pelo povo e pelos pobres no séc.XX, devido, entre outras, às suas propriedades médicas e paliativas, bem como à ausência de substâncias como o quinino e a aspirina. Observa igualmente como a "cultura do ópio" se foi gradualmente transformando e diversificando pelo consumo de morfina e de outras substâncias psicoactivas, facto que levou a uma florescente cultura de droga na nova China com acentuada tendência para os narcóticos opiáceos, em detrimento dos estimulantes ou alucinogéneos.

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.