Le lien intelligence-crime / Jean-Pierre Guay, Jean Proulx, Marc Ouimet
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 0035-3329. Genève. V.55,n.2 (Avril-Juin 2002) , p.131-155Idioma: Francês.Assunto: TESTE PSICOLÓGICO | CRIMINALIDADE Resumo: Desde há mais de cem anos que os investigadores têm vindo a estudar a relação entre inteligência e crime. Mais recentemente, estudos mais sistemáticos têm incidido particularmente nos aspectos sociais, pessoais e circunstânciais que estão associados aos crimes graves, no sentido de se procurar compreender o impacto dos factores de ordem intelectual sobre o comportamento violento dos delinquentes. O presente artigo é o reflexo de alguns trabalhos que se debruçaram sobre este tema, cujas principais conclusões se apontam. Através da aplicação de testes de inteligência psicométrica, a grande maioria dos trabalhos revelou haver uma diferença de inteligência entre delinquentes e não delinquentes, mas revelou também que as diferenças se verificavam acima de tudo relativamente aos delinquentes violentos e aos delinquentes crónicos. Desenvolvem-se duas hipóteses de interpretação de tais resultados, no que se refere aos possíveis efeitos do nível intelectual do delinquente sobre o crime.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Desde há mais de cem anos que os investigadores têm vindo a estudar a relação entre inteligência e crime. Mais recentemente, estudos mais sistemáticos têm incidido particularmente nos aspectos sociais, pessoais e circunstânciais que estão associados aos crimes graves, no sentido de se procurar compreender o impacto dos factores de ordem intelectual sobre o comportamento violento dos delinquentes. O presente artigo é o reflexo de alguns trabalhos que se debruçaram sobre este tema, cujas principais conclusões se apontam. Através da aplicação de testes de inteligência psicométrica, a grande maioria dos trabalhos revelou haver uma diferença de inteligência entre delinquentes e não delinquentes, mas revelou também que as diferenças se verificavam acima de tudo relativamente aos delinquentes violentos e aos delinquentes crónicos. Desenvolvem-se duas hipóteses de interpretação de tais resultados, no que se refere aos possíveis efeitos do nível intelectual do delinquente sobre o crime.
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