Partenariats locaux / Delores D. Jones-Brown
In: Revue Internationale de Police Criminelle.ISSN 0035-3396. Lyon. N.486 (2001) , p.16-19Idioma: Francês.Assunto: ESTATÍSTICAS CRIMINAIS | CRIMINALIDADE | ESTRATÉGIA POLICIAL | ACTUAÇÃO POLICIAL | ESTADOS UNIDOS Resumo: Documentado por estatísticas criminais e com base em estudos sociológicos sobre o fenómeno da criminalidade, o autor do artigo dá uma panorâmica sobre a situação da criminalidade em Nova Iorque no período que decorre entre os anos 50 e os anos 90, apontando como exemplo o caso de Brownsville, em Brooklin (N.Y.). Analisando o percurso criminal daquele bairro de Nova Iorque, salienta que se constatou, no início dos anos 90, uma quebra na taxa da criminalidade, facto que foi atribuído à actuação policial de então, sobretudo à sua estratégia designada por "tolerância zero". Mas a "tolerância zero", conduzida numa linha dura, viria a revelar-se não totalmente eficaz, na medida em que acabaria por criar desconfiança e tensões entre a polícia e a população; a polícia cada vez mais deixava de poder contar com a colaboração dos habitantes, nomeadamente quando pretendia recolher informações criminais. Assim sendo e, na opinião do autor, a polícia só poderá sair-se bem no seu papel de manutenção da ordem, se puder contar com o apoio dos próprios cidadãos, bem como das estruturas sociais criadas para controlo dos mesmos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Documentado por estatísticas criminais e com base em estudos sociológicos sobre o fenómeno da criminalidade, o autor do artigo dá uma panorâmica sobre a situação da criminalidade em Nova Iorque no período que decorre entre os anos 50 e os anos 90, apontando como exemplo o caso de Brownsville, em Brooklin (N.Y.). Analisando o percurso criminal daquele bairro de Nova Iorque, salienta que se constatou, no início dos anos 90, uma quebra na taxa da criminalidade, facto que foi atribuído à actuação policial de então, sobretudo à sua estratégia designada por "tolerância zero". Mas a "tolerância zero", conduzida numa linha dura, viria a revelar-se não totalmente eficaz, na medida em que acabaria por criar desconfiança e tensões entre a polícia e a população; a polícia cada vez mais deixava de poder contar com a colaboração dos habitantes, nomeadamente quando pretendia recolher informações criminais. Assim sendo e, na opinião do autor, a polícia só poderá sair-se bem no seu papel de manutenção da ordem, se puder contar com o apoio dos próprios cidadãos, bem como das estruturas sociais criadas para controlo dos mesmos.
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