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Life-sentence prisoners : psychological change during sentence / R.J. Sapsford

Autor: SAPSFORD, R. J.In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. London. Vol.18,n.2 (April 1978) , p.128-145Idioma: Inglês.Assunto: PRISÃO PERPÉTUA | INGLATERRA Resumo: Em Inglaterra, foi feito um estudo das alterações psicológicas verificadas no comportamento de indivíduos a cumprir penas de prisão perpétua. Foi seleccionado um grupo de prisioneiros de determinada instituição prisional, tendo-se recorrido, para análise da sua evolução psicológica, a entrevistas, a baterias de pequenos testes e a consultas aos elementos registados nos ficheiros da prisão. O estudo incidiu sobre os seguintes aspectos: interesse e participação efectiva no mundo exterior, diminuição da motivação, apatia, dependência da rotina e dos funcionários, institucionalização (situação caracterizada pela apatia, reduzida motivação, extrema dependência da rotina e do apoio dado pela instituição), perspectiva de tempo vindouro (sensação de faltar muito ou pouco tempo até uma eventual libertação) e orientação do tempo. De entre as conclusões apresentadas, salienta-se que, à medida que o tempo vai passando, se verifica aumento de introversão e de dependência crescente da rotina e do apoio dos funcionários.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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Em Inglaterra, foi feito um estudo das alterações psicológicas verificadas no comportamento de indivíduos a cumprir penas de prisão perpétua. Foi seleccionado um grupo de prisioneiros de determinada instituição prisional, tendo-se recorrido, para análise da sua evolução psicológica, a entrevistas, a baterias de pequenos testes e a consultas aos elementos registados nos ficheiros da prisão. O estudo incidiu sobre os seguintes aspectos: interesse e participação efectiva no mundo exterior, diminuição da motivação, apatia, dependência da rotina e dos funcionários, institucionalização (situação caracterizada pela apatia, reduzida motivação, extrema dependência da rotina e do apoio dado pela instituição), perspectiva de tempo vindouro (sensação de faltar muito ou pouco tempo até uma eventual libertação) e orientação do tempo. De entre as conclusões apresentadas, salienta-se que, à medida que o tempo vai passando, se verifica aumento de introversão e de dependência crescente da rotina e do apoio dos funcionários.

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