Violences et victimes : quelle place pour l'hôpital? / Luc Barret, Emmanuel Escard
In: Revue International de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 0035-3329. Genève. V. 54, n. 3 (Juillet-Septembre 2001) , p. 293-298Idioma: Francês.Assunto: VIOLÊNCIA | VITIMAÇÃO | AJUDA ÀS VÍTIMAS | ESTABELECIMENTO HOSPITALAR | MEDICINA LEGAL | SEGURANÇA PÚBLICA | FRANÇA Resumo: O problema da violência, do seu tratamento, bem como da sua prevenção, tem vindo a ocupar actualmente na nossa sociedade um lugar de destaque. No caso particular de França, assiste-se a uma vontade de reforçar a sua acção no que diz respeito não só à segurança pública, como à assistência a vítimas dessa violência. Relativamente à segurança pública, essa acção traduz-se por uma contribuição eficaz na luta contra os efeitos da criminalidade, designadamente através de uma redução do sentimento de insegurança. No que diz respeito à assistência a vítimas, os hospitais deverão ocupar um lugar de destaque não só através dos tradicionais serviços de urgência e dos serviços de medicina legal já existentes, como se propõe igualmente a constituição de equipas multidisciplinares aptas a acolher as vítimas. Este contributo será o fruto de um esforço de humanização dos hospitais, de uma melhor gestão dos riscos sanitários e de um melhor acolhimento médico e psicológico das vítimas quer de atentados, de catástrofes, ou de acidentes colectivos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
O problema da violência, do seu tratamento, bem como da sua prevenção, tem vindo a ocupar actualmente na nossa sociedade um lugar de destaque. No caso particular de França, assiste-se a uma vontade de reforçar a sua acção no que diz respeito não só à segurança pública, como à assistência a vítimas dessa violência. Relativamente à segurança pública, essa acção traduz-se por uma contribuição eficaz na luta contra os efeitos da criminalidade, designadamente através de uma redução do sentimento de insegurança. No que diz respeito à assistência a vítimas, os hospitais deverão ocupar um lugar de destaque não só através dos tradicionais serviços de urgência e dos serviços de medicina legal já existentes, como se propõe igualmente a constituição de equipas multidisciplinares aptas a acolher as vítimas. Este contributo será o fruto de um esforço de humanização dos hospitais, de uma melhor gestão dos riscos sanitários e de um melhor acolhimento médico e psicológico das vítimas quer de atentados, de catástrofes, ou de acidentes colectivos.
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