Sound check / John Dean
In: Police Review.ISSN 0309-1414. London. V.109,n.5644 (19 October 2001) , p.19Idioma: Inglês.Assunto: CIÊNCIA FORENSE | IMPRESSÃO AURICULAR | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | PROVA | FORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA | REINO UNIDO Resumo: "Harpley Hall", o centro de formação de polícia a nível nacional, sediado em County Durham, é considerado um centro de excelência no âmbito das ciências forenses, destinado à formação dos funcionários de polícia não só do Reino Unido, como de outros países. Funcionando há cerca de dez anos, este centro de formação está particularmente vocacionado para desenvolver a tecnologia das impressões auriculares. Especificando: as orelhas humanas, únicas de indivíduo para indivíduo, segregam uma espécie de suor e gordura que se tornam visíveis quando se verte um pó apropriado sobre as superfícies (designadamente vidro), com que elas estiveram em contacto. As impressões recolhidas desta forma são importantes, por exemplo, em casos de ocorrência de assaltos a residências ou similares, em que os criminosos não deixaram vestígios de impressões digitais, ou outras. Procura-se desenvolver esta técnica no sentido das impressões auriculares passarem em breve a ser consideradas como provas válidas em tribunal, bem como de constituir uma base de dados a nível nacional de impressões auriculares de suspeitos. Refere-se ainda que, pela 1.ª vez, em 1998, aquelas foram testadas em tribunal e consideradas como prática admissível por um juíz de Liverpool.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
"Harpley Hall", o centro de formação de polícia a nível nacional, sediado em County Durham, é considerado um centro de excelência no âmbito das ciências forenses, destinado à formação dos funcionários de polícia não só do Reino Unido, como de outros países. Funcionando há cerca de dez anos, este centro de formação está particularmente vocacionado para desenvolver a tecnologia das impressões auriculares. Especificando: as orelhas humanas, únicas de indivíduo para indivíduo, segregam uma espécie de suor e gordura que se tornam visíveis quando se verte um pó apropriado sobre as superfícies (designadamente vidro), com que elas estiveram em contacto. As impressões recolhidas desta forma são importantes, por exemplo, em casos de ocorrência de assaltos a residências ou similares, em que os criminosos não deixaram vestígios de impressões digitais, ou outras. Procura-se desenvolver esta técnica no sentido das impressões auriculares passarem em breve a ser consideradas como provas válidas em tribunal, bem como de constituir uma base de dados a nível nacional de impressões auriculares de suspeitos. Refere-se ainda que, pela 1.ª vez, em 1998, aquelas foram testadas em tribunal e consideradas como prática admissível por um juíz de Liverpool.
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