Os cidadãos e a segurança / Augusto José Monteiro Valente
In: Pela Lei e Pela Grei. Lisboa. N.º 2 (Abril-Junho 2001) , p. 4-5Idioma: Português.Assunto: SEGURANÇA PÚBLICA | POLÍCIA E COMUNIDADE | NACIONALIDADE | POLÍCIA DE PROXIMIDADE Resumo: O texto aborda a questão dos cidadãos e sua segurança, tendo presente que a violência assume na actualidade contornos diferenciados, resultante da complexa sociedade em que nos encontramos inseridos. O autor começa por fazer algumas referências aos fundamentos da moderna estratégia de segurança, em que se deverá atribuir uma nova dimensão, a da interacção social, a essa mesma segurança. Assim sendo, as modernas dimensões da segurança passam por uma maior ligação entre polícia e comunidade, com destaque para o desenvolvimento de novas formas de cooperação, cujos programas "Escola Segura", "Idosos em Segurança", "Tolerância Zero", constituem um bom exemplo da pretendida envolvência social. Sublinha-se o papel dos meios de comunicação social, que exercem uma componente psicológica preponderante no sentimento de segurança do cidadão. Devem, portanto, os meios de comunicação social pontuar por uma participação mais activa no combate ao crime, evitando especulações alarmistas.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ23037 (Browse shelf) | Available |
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O texto aborda a questão dos cidadãos e sua segurança, tendo presente que a violência assume na actualidade contornos diferenciados, resultante da complexa sociedade em que nos encontramos inseridos. O autor começa por fazer algumas referências aos fundamentos da moderna estratégia de segurança, em que se deverá atribuir uma nova dimensão, a da interacção social, a essa mesma segurança. Assim sendo, as modernas dimensões da segurança passam por uma maior ligação entre polícia e comunidade, com destaque para o desenvolvimento de novas formas de cooperação, cujos programas "Escola Segura", "Idosos em Segurança", "Tolerância Zero", constituem um bom exemplo da pretendida envolvência social. Sublinha-se o papel dos meios de comunicação social, que exercem uma componente psicológica preponderante no sentimento de segurança do cidadão. Devem, portanto, os meios de comunicação social pontuar por uma participação mais activa no combate ao crime, evitando especulações alarmistas.
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