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Unsolved case fingerprint matching

In: FBI-Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. V.69,n.12 (December 2000) , p.12-13Idioma: Inglês.Assunto: DACTILOSCOPIA | AFIS | BASE DE DADOS | INFORMAÇÃO CRIMINAL | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | FBI | ESTADOS UNIDOS Resumo: Quando em 1935 se procedeu à recolha de impressões digitais, na sequência de um homicídio ocorrido então nos EUA, o caso ficou na altura por resolver, e a aguardar melhor prova, por falta de um método fiável que pudesse efectuar uma pesquisa relativa a uma impressão digital latente, para comparação, de entre um conjunto de impressões digitais coligidas. Este é apenas um exemplo de casos que futuramente poderão ser resolvidos graças às novas tecnologias, nomeadamente o IAFIS (Integrated Automated Fingerprint Identification System) do FBI, que começou a funcionar em 1999 em substituição do anterior processo de identificação de impressões digitais existente há já 64 anos. Trata-se de um sistema informático, que estuda as características das impressões digitais recolhidas pelos funcionários de polícia de todos os EUA, converte-as em código de pesquisa e integra-as na base de dados criminais constituída por cerca de 41 milhões de entradas.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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Quando em 1935 se procedeu à recolha de impressões digitais, na sequência de um homicídio ocorrido então nos EUA, o caso ficou na altura por resolver, e a aguardar melhor prova, por falta de um método fiável que pudesse efectuar uma pesquisa relativa a uma impressão digital latente, para comparação, de entre um conjunto de impressões digitais coligidas. Este é apenas um exemplo de casos que futuramente poderão ser resolvidos graças às novas tecnologias, nomeadamente o IAFIS (Integrated Automated Fingerprint Identification System) do FBI, que começou a funcionar em 1999 em substituição do anterior processo de identificação de impressões digitais existente há já 64 anos. Trata-se de um sistema informático, que estuda as características das impressões digitais recolhidas pelos funcionários de polícia de todos os EUA, converte-as em código de pesquisa e integra-as na base de dados criminais constituída por cerca de 41 milhões de entradas.

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