Práticas de corrupção na sociedade portuguesa contemporânea / Eduardo Viegas Ferreira, Maria de Lurdes Baptista
In: Polícia e Justiça.ISSN 0870-4791. Loures. II Série, n. 3-4 (Junho-Dezembro 1992) , p. 75-105Idioma: Português.Assunto: CORRUPÇÃO | PREVENÇÃO DA CORRUPÇÃO | LEGISLAÇÃO | JUSTIÇA PENAL Resumo: Tendo como referência uma eventual especificidade da natureza da corrupção e das diferentes formas que esta tem vindo a assumir na sociedade portuguesa, os autores começam por caracterizar, num breve quadro, os tipos e as zonas privilegiadas de corrupção em Portugal. Num segundo momento, analisam e comentam os perfis e as prováveis motivações dos indivíduos que se envolvem em práticas de corrupção. Desenvolvem, depois, uma análise das reacções sociais à corrupção, procurando identificar os tipos de práticas de corrupção que, a não serem reprimidas, podem despoletar o desenvolvimento de uma situação de desorganização sócio-política. Finalmente, identificam e comentam as potencialidades e os limites das diferentes estratégias administrativas e sócio-culturais de prevenção da corrupção e salientam, em particular, os limites das actuais estratégias jurídico-penais de combate ao fenómeno.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ() (Browse shelf) | Available |
(*).Abstract extraído da revista 'Polícia e Justiça', II Série, n.3-4, Jun-Dez 1992, p. 75-105. A co-autora passou a usar o nome de Maria de Lurdes Machado Costa.
Abstract extraído da revista 'Polícia e Justiça', II Série, n.3-4, Jun-Dez 1992, p. 75-105. A co-autora passou a usar o nome de Maria de Lurdes Machado Costa.
Tendo como referência uma eventual especificidade da natureza da corrupção e das diferentes formas que esta tem vindo a assumir na sociedade portuguesa, os autores começam por caracterizar, num breve quadro, os tipos e as zonas privilegiadas de corrupção em Portugal. Num segundo momento, analisam e comentam os perfis e as prováveis motivações dos indivíduos que se envolvem em práticas de corrupção. Desenvolvem, depois, uma análise das reacções sociais à corrupção, procurando identificar os tipos de práticas de corrupção que, a não serem reprimidas, podem despoletar o desenvolvimento de uma situação de desorganização sócio-política. Finalmente, identificam e comentam as potencialidades e os limites das diferentes estratégias administrativas e sócio-culturais de prevenção da corrupção e salientam, em particular, os limites das actuais estratégias jurídico-penais de combate ao fenómeno.
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