Placing the Stockholm Syndrome in perspective / G. Dwayne Fuselier
In: FBI Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. V. 68, n. 7 (July 1999) , p. 22-25Idioma: Inglês.Assunto: TOMADA DE REFÉNS | SÍNDROMA DE ESTOCOLMO | NEGOCIADOR DE POLÍCIA | GESTÃO DE CRISES | ESTADOS UNIDOS Resumo: A Síndroma de Estocolmo é descrito como uma relação de empatia que se estabelece entre vítimas e tomadores de reféns. Este fenómeno é reconhecido desde há cerca de 25 anos quando, em 1993, um evadido tomou como reféns 4 funcionários de um banco em Estocolmo. Conhecido também como "Survival Identification Syndrome", "Common Sense Syndrome" ou "Transference", a Síndroma de Estocolmo é composto usualmente por 3 elementos separados em combinação uns com os outros, ou seja, sentimentos negativos por parte do refém para com a autoridade, sentimentos positivos por parte do refém para com o tomador de reféns e sentimentos positivos recíprocos entre o tomador de reféns e o refém. Pesando embora esta relação, há situações dúbias relativamente ao comportamento das vítimas e à frequência com que ocorre este comportamento. Recomenda-se a continuação de estudos mais aprofundados no sentido de melhor definirem este fenómeno e ajudarem os negociadores de polícia a melhor gerirem as situações de crise geradas.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Disponível em: https://www.fbi.gov/publications/leb/1999/jul99leb.pdf
A Síndroma de Estocolmo é descrito como uma relação de empatia que se estabelece entre vítimas e tomadores de reféns. Este fenómeno é reconhecido desde há cerca de 25 anos quando, em 1993, um evadido tomou como reféns 4 funcionários de um banco em Estocolmo. Conhecido também como "Survival Identification Syndrome", "Common Sense Syndrome" ou "Transference", a Síndroma de Estocolmo é composto usualmente por 3 elementos separados em combinação uns com os outros, ou seja, sentimentos negativos por parte do refém para com a autoridade, sentimentos positivos por parte do refém para com o tomador de reféns e sentimentos positivos recíprocos entre o tomador de reféns e o refém. Pesando embora esta relação, há situações dúbias relativamente ao comportamento das vítimas e à frequência com que ocorre este comportamento. Recomenda-se a continuação de estudos mais aprofundados no sentido de melhor definirem este fenómeno e ajudarem os negociadores de polícia a melhor gerirem as situações de crise geradas.
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