The future of cyberterrorism : the physical and virtual worlds converge / Barry Collin
In: Crime and Justice International.ISSN 0882-0252. Chicago. V. 13, n. 2 (Mar.1997) , p. 14-18Idioma: Inglês.Assunto: CIBERTERRORISMO | SEGURANÇA INFORMÁTICA | REALIDADE VIRTUAL | HACKER | MODUS OPERANDI | PIRATARIA INFORMÁTICA Resumo: No presente artigo alerta-se para uma nova ameaça que pode ser definida através do recente conceito de ciberterrorismo. Trata-se de um novo tipo de terrorismo que utiliza 'armas' de elevado desenvolvimento tecnológico e que actua na zona de confluência dos dois mundos - o físico e o virtual. A chamada realidade virtual cria, através de sofisticados sistemas informáticos, situações cada vez mais aproximadas da realidade física. Na falta de uma segurança informática eficaz, os ciberterroristas perpetram os seus actos sem sequer se deslocarem aos locais onde estes são cometidos. Tal é o caso, e para citar alguns exemplos de modus operandi destes crackers, do acesso remoto a sistemas de controlo de uma produção de cereais, com o fim de alterarem os níveis de ferro na produção, podendo levar à morte as crianças que ingiram tal alimento. Igualmente as actividades bancárias estão cheias de exemplos destes ciberterroristas quando interrompem transacções financeiras, operações de bolsa, etc. Não há respostas fáceis para a protecção destas situações, contudo dão-se alguns conselhos quanto a medidas de contra-ciberterrorismo a adoptar.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
No presente artigo alerta-se para uma nova ameaça que pode ser definida através do recente conceito de ciberterrorismo. Trata-se de um novo tipo de terrorismo que utiliza 'armas' de elevado desenvolvimento tecnológico e que actua na zona de confluência dos dois mundos - o físico e o virtual. A chamada realidade virtual cria, através de sofisticados sistemas informáticos, situações cada vez mais aproximadas da realidade física. Na falta de uma segurança informática eficaz, os ciberterroristas perpetram os seus actos sem sequer se deslocarem aos locais onde estes são cometidos. Tal é o caso, e para citar alguns exemplos de modus operandi destes crackers, do acesso remoto a sistemas de controlo de uma produção de cereais, com o fim de alterarem os níveis de ferro na produção, podendo levar à morte as crianças que ingiram tal alimento. Igualmente as actividades bancárias estão cheias de exemplos destes ciberterroristas quando interrompem transacções financeiras, operações de bolsa, etc. Não há respostas fáceis para a protecção destas situações, contudo dão-se alguns conselhos quanto a medidas de contra-ciberterrorismo a adoptar.
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