La collaboration policière internationale ou comment résoudre les problèmes résultant de la perméabilité des frontières / Yves Dewallef
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique. Genève. V.46,n.2 (Avril-Juin 1993) , p.220-242Idioma: Francês.Assunto: COOPERAÇÃO POLICIAL INTERNACIONAL | REPRESSÃO CRIMINAL | CONTROLO DO CRIME | INTERPOL | ACORDO DE SCHENGEN | SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE SCHENGEN | GRUPO TREVI | EUROPOL | COMUNIDADE EUROPEIA | CONSELHO DA EUROPA | GRUPO POMPIDOU Resumo: Considera-se que a melhor forma de luta contra o crime transfronteiras, existam elas ou não, reside na colaboração policial internacional. Partindo deste pressuposto, tece o articulista algumas considerações pessoais sobre o conceito de cooperação policial internacional, para, em seguida, analisar a forma como a referida colaboração nasceu e se processou ao longo dos anos, acabando por se concretizar com uma organização: a Interpol. Passa também em revista diversas formas de colaboração implementadas nas últimas décadas, v.g. a Europol, Schengen e Trevi com os seus vários grupos de trabalho, não esquecendo a CEE, o Conselho da Europa e o Grupo Pompidou. Da análise que faz sobre a natureza das instâncias e organismos que se ocupam da colaboração policial, conclui pela existência de consideráveis redundâncias que conviria ordenar e reagrupar a fim de, após fazer o ponto da situação, eliminar tudo o que fosse supérfluo.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Considera-se que a melhor forma de luta contra o crime transfronteiras, existam elas ou não, reside na colaboração policial internacional. Partindo deste pressuposto, tece o articulista algumas considerações pessoais sobre o conceito de cooperação policial internacional, para, em seguida, analisar a forma como a referida colaboração nasceu e se processou ao longo dos anos, acabando por se concretizar com uma organização: a Interpol. Passa também em revista diversas formas de colaboração implementadas nas últimas décadas, v.g. a Europol, Schengen e Trevi com os seus vários grupos de trabalho, não esquecendo a CEE, o Conselho da Europa e o Grupo Pompidou. Da análise que faz sobre a natureza das instâncias e organismos que se ocupam da colaboração policial, conclui pela existência de consideráveis redundâncias que conviria ordenar e reagrupar a fim de, após fazer o ponto da situação, eliminar tudo o que fosse supérfluo.
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