Sea piracy - or maritime mugging? / Edward Fursdon
In: Intersec.ISSN 0963-0058. Walton-on-Thames. V.5,n.5 (May 1995) , p.166-169Idioma: Inglês.Assunto: PIRATARIA MARÍTIMA | DESVIO DE NAVIO | HOMICÍDIO | ASSALTO À MÃO ARMADA | AMÉRICA DO SUL | EXTREMO ORIENTE Resumo: Embora se associe a pirataria às histórias lendárias dos tempos idos, verificam-se nos dias de hoje actividades semelhantes que estão relacionadas com ataques armados a navios, ocorrendo em diferentes partes do mundo, pondo em perigo o tráfego marítimo e envolvendo não só roubos como também desvios de navios e homicídios.Actualmente a IMO (International Maritime Organization) define 3 tipos de pirataria marítima que se graduam consoante a escalada de violência verificada. O artigo refere também a lei internacional no que concerne a actos de pirataria, menciona o serviço de informações da IMO responsável pelo relato regular e acessível a qualquer navio, dos ataques perpetrados. Aponta ainda as zonas costeiras de maior incidência destes ataques, designadamente o Extremo Oriente e a América do Sul. Para finalizar refere as diligências e os documentos emitidos quer por governos, quer por organizações marítimas, no sentido de combaterem a pirataria nas suas várias formas.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Embora se associe a pirataria às histórias lendárias dos tempos idos, verificam-se nos dias de hoje actividades semelhantes que estão relacionadas com ataques armados a navios, ocorrendo em diferentes partes do mundo, pondo em perigo o tráfego marítimo e envolvendo não só roubos como também desvios de navios e homicídios.Actualmente a IMO (International Maritime Organization) define 3 tipos de pirataria marítima que se graduam consoante a escalada de violência verificada. O artigo refere também a lei internacional no que concerne a actos de pirataria, menciona o serviço de informações da IMO responsável pelo relato regular e acessível a qualquer navio, dos ataques perpetrados. Aponta ainda as zonas costeiras de maior incidência destes ataques, designadamente o Extremo Oriente e a América do Sul. Para finalizar refere as diligências e os documentos emitidos quer por governos, quer por organizações marítimas, no sentido de combaterem a pirataria nas suas várias formas.
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