The chips are down / Sarah Gibbons
In: Police Review.ISSN 0309-1414. London. V. 103, n. 5342 (3 November 1995) , p. 16-18Idioma: Inglês.Assunto: FURTO QUALIFICADO | FURTO | EQUIPAMENTO INFORMÁTICO | ACTUAÇÃO POLICIAL | REINO UNIDO Resumo: O autor do artigo descreve a Operação Chip levada a cabo por várias forças policiais no Reino Unido, no sentido de identificar e interceptar gangs que se dedicavam ao furto de material informático, nomeadamente chips e memórias. Esta operação policial foi precedida por uma acção de prevenção criminal ao mais alto nível, através da qual se procedeu ao envio de circulares a diversas empresas consumidoras de material informático e identificadas como potenciais alvos para os ladrões. Estes, autênticos gangs, normalmente jovens ou ladrões "encartados" recorriam usualmente a "cérebros" que os informavam sobre o que deviam roubar e assaltavam instalações para depois "passarem" esse material a negociantes que rapidamente o introduziam no comércio legal rendendo bom dinheiro. Com o recurso a informadores de polícia bem como a especialistas da indústria informática, foi possível identificar os maiores gangs, acabar com grande parte deste tipo de roubo e desmotivar os outros que eventualmente não tivessem sido apanhados. Ainda na sequência desta operação, a instituição policial promoveu acções de aconselhamento a gestores de empresas que utilizassem material informático, no sentido de adoptarem medidas de segurança mais rigorosas em relação a este tipo de equipamento.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
O autor do artigo descreve a Operação Chip levada a cabo por várias forças policiais no Reino Unido, no sentido de identificar e interceptar gangs que se dedicavam ao furto de material informático, nomeadamente chips e memórias. Esta operação policial foi precedida por uma acção de prevenção criminal ao mais alto nível, através da qual se procedeu ao envio de circulares a diversas empresas consumidoras de material informático e identificadas como potenciais alvos para os ladrões. Estes, autênticos gangs, normalmente jovens ou ladrões "encartados" recorriam usualmente a "cérebros" que os informavam sobre o que deviam roubar e assaltavam instalações para depois "passarem" esse material a negociantes que rapidamente o introduziam no comércio legal rendendo bom dinheiro. Com o recurso a informadores de polícia bem como a especialistas da indústria informática, foi possível identificar os maiores gangs, acabar com grande parte deste tipo de roubo e desmotivar os outros que eventualmente não tivessem sido apanhados. Ainda na sequência desta operação, a instituição policial promoveu acções de aconselhamento a gestores de empresas que utilizassem material informático, no sentido de adoptarem medidas de segurança mais rigorosas em relação a este tipo de equipamento.
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