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The risk file / Sarah Gibbons

Autor: GIBBONS, SarahIn: Police Review.ISSN 0309-1414. London. V.103,n.5339 (13 Oct.1995) , p.18-19Idioma: Inglês.Assunto: PEDOFILIA | CRIME SEXUAL | VITIMAÇÃO | CRIME CONTRA CRIANÇAS | PORNOGRAFIA INFANTIL | REINO UNIDO Resumo: A autora, baseada em declarações de responsáveis pela brigada da polícia do Reino Unido contra a pedofilia e pornografia infantil reporta que, relativamente à realidade daquele país, os casos de pedofilia são praticamente impossíveis de identificar, uma vez que não há mecanismos de controlo que circunscrevam pedófilos declarados como culpados. Estes podem movimentar-se livremente de uma zona para outra e perpetrar toda a espécie de delitos sexuais. Esta situação deve-se ao facto de não serem obrigados a comunicar o local onde residem, nem terem de enfrentar o tribunal, uma vez que muitos deles trabalham com crianças e se tornam à partida insuspeitos. Atendendo a estas circunstâncias, o presidente da Associação dos Superintendentes de Polícia, manifestou-se no sentido de manter os pedófilos afastados de trabalhar com crianças, bem como de criar um registo que mantenha a polícia informada do paradeiro de cada um deles. Ainda recorrendo à mesma fonte, a autora descreve os 3 tipos principais de delinquentes, bem como os padrões do seu comportamento. Segundo os estudos disponíveis, dá indicações quanto à sua idade, sexo, estado civil, modo de vida, e outros elementos importantes para a investigação. Sugerem-se outras medidas a tomar, quer por parte do governo quer por parte da instituição policial, quanto ao controlo da pedofilia e quanto à protecção das vítimas.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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A autora, baseada em declarações de responsáveis pela brigada da polícia do Reino Unido contra a pedofilia e pornografia infantil reporta que, relativamente à realidade daquele país, os casos de pedofilia são praticamente impossíveis de identificar, uma vez que não há mecanismos de controlo que circunscrevam pedófilos declarados como culpados. Estes podem movimentar-se livremente de uma zona para outra e perpetrar toda a espécie de delitos sexuais. Esta situação deve-se ao facto de não serem obrigados a comunicar o local onde residem, nem terem de enfrentar o tribunal, uma vez que muitos deles trabalham com crianças e se tornam à partida insuspeitos. Atendendo a estas circunstâncias, o presidente da Associação dos Superintendentes de Polícia, manifestou-se no sentido de manter os pedófilos afastados de trabalhar com crianças, bem como de criar um registo que mantenha a polícia informada do paradeiro de cada um deles. Ainda recorrendo à mesma fonte, a autora descreve os 3 tipos principais de delinquentes, bem como os padrões do seu comportamento. Segundo os estudos disponíveis, dá indicações quanto à sua idade, sexo, estado civil, modo de vida, e outros elementos importantes para a investigação. Sugerem-se outras medidas a tomar, quer por parte do governo quer por parte da instituição policial, quanto ao controlo da pedofilia e quanto à protecção das vítimas.

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