Crime victimization in the eighties. Changes in area and regional inequality / Alan Trickett, Dan Ellingworth, Tim Hope
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. London. V.35,N.3 (Summer 1995) , p.343-359Idioma: Inglês.Assunto: VITIMAÇÃO | ANÁLISE CRIMINAL | ESTATÍSTICAS CRIMINAIS | REINO UNIDO Resumo: A análise dos dados do "British Crime Survey" confirmou que as diferenças espaciais na incidência criminal são atribuídas tanto às diferenças de prevalência da vítima (número de vítimas por réu) como às diferenças na concentração de vitimação (número de vitimações por vítima.) Analisa-se as mudanças de vitimação no tempo, comparando a realidade criminal relativa a 1982 e 1988. Verificou-se que o crime contra a propriedade se tinha distribuído de uma forma mais desigual nos círculos eleitorais parlamentares, sendo as mudanças atribuídas mais a mudanças na concentração do que à prevalência da vítima. As mudanças na incidência criminal variavam bastante por região, embora houvesse provas de redistribuição da vitimação entre as regiões do Norte e as do Sul. A análise ilustra não apenas a importância de separar as tendências criminais em índices de prevalência e concentração mas aponta também para a possível relação entre tendências criminais a nível sub-nacional e os processos de regionalização económica e social.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
A análise dos dados do "British Crime Survey" confirmou que as diferenças espaciais na incidência criminal são atribuídas tanto às diferenças de prevalência da vítima (número de vítimas por réu) como às diferenças na concentração de vitimação (número de vitimações por vítima.) Analisa-se as mudanças de vitimação no tempo, comparando a realidade criminal relativa a 1982 e 1988. Verificou-se que o crime contra a propriedade se tinha distribuído de uma forma mais desigual nos círculos eleitorais parlamentares, sendo as mudanças atribuídas mais a mudanças na concentração do que à prevalência da vítima. As mudanças na incidência criminal variavam bastante por região, embora houvesse provas de redistribuição da vitimação entre as regiões do Norte e as do Sul. A análise ilustra não apenas a importância de separar as tendências criminais em índices de prevalência e concentração mas aponta também para a possível relação entre tendências criminais a nível sub-nacional e os processos de regionalização económica e social.
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