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Economia e segurança públicas e privadas / Jorge Silva Paulo

Autor: Paulo, Jorge SilvaIn: Nação e Defesa. - Nº143 (maio-agosto 2016),p.105-140Idioma: Português.Assunto: ESTADO | ORDEM PÚBLICA | SEGURANÇA PÚBLICA | SEGURANÇA PRIVADA | POLÍTICA INTERNACIONAL Resumo: A produção de segurança suscita questões morais, ainda mais vincadas nos debates público versus privado e sobre as empresas militares e de segurança; mas não é a propriedade que importa "It may be more prudent to speak of the necessity to bring public values, instead of public organizations back into the forefront of security practicdes (Van Buuren,2010, p.183).""A ciência económica desenvolveu um modelo de análise, positivo e normativo,das decisões coletivas e, em particular, do Estado, que explica a existência de forças armadas e de polícias para produzir o bem público-segurança para os membros duma comunidade. Esse modelo admite o tradicional modo de provisão e produção pelo Estado, e o modo de provisão pelo Estado e produção privada, neste caso por empresas militares e de segurança,pois há uma dimensão privada da segurança que pode ser mais eficaz e eficientemente obtida pela provisão e produção privadas.Em algumas situações, como Estados falhados e a pirataria no alto mar, o Estado tem sido mesmo substituido pelas empresas que combinam capacidades militares e policiais. Esta realidade tem décadas e tem-se imposto, mas é contestada pelas correntes ideológicas e políticas que atribuem ao Estado o monopólio da violência legítima e um papel diretor nas comunidades"
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Analíticos de Periódicos Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
IPJCCPP.11143 (Browse shelf) Available

A produção de segurança suscita questões morais, ainda mais vincadas nos debates público versus privado e sobre as empresas militares e de segurança; mas não é a propriedade que importa "It may be more prudent to speak of the necessity to bring public values, instead of public organizations back into the forefront of security practicdes (Van Buuren,2010, p.183)."

"A ciência económica desenvolveu um modelo de análise, positivo e normativo,das decisões coletivas e, em particular, do Estado, que explica a existência de forças armadas e de polícias para produzir o bem público-segurança para os membros duma comunidade. Esse modelo admite o tradicional modo de provisão e produção pelo Estado, e o modo de provisão pelo Estado e produção privada, neste caso por empresas militares e de segurança,pois há uma dimensão privada da segurança que pode ser mais eficaz e eficientemente obtida pela provisão e produção privadas.Em algumas situações, como Estados falhados e a pirataria no alto mar, o Estado tem sido mesmo substituido pelas empresas que combinam capacidades militares e policiais. Esta realidade tem décadas e tem-se imposto, mas é contestada pelas correntes ideológicas e políticas que atribuem ao Estado o monopólio da violência legítima e um papel diretor nas comunidades"

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