A luta contra a ameaça terrorista na Europa Ocidental / José Manuel Duarte da Costa
In: Nação e Defesa. - Nº143 (maio-agosto 2016),p.88-93Idioma: Português.Assunto: COMBATE AO TERRORISMO | UNIÃO EUROPEIA | COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA | DEFESA EUROPEIA Resumo: Comunicação efectuada no Seminário Internacional " A Ameaça Terrorista e a Segurança Europeia", realizado no dia 29 de Fevereiro de 2016, no Instituto da Defesa Nacional".De acordo com a lei, a cooperação entre as forças armadas e as forças de segurança é aprofundada, no quadro constitucional e legal em situações de intervenção perante agressões terroristas, de acordo com o plano de articulação operacional, que contemplará medidas de coordenação e a interoperabilidade de sistemas e equipamentos, serviços de protecção civil, emergência médica e forças armadas.Positivo é já termos o núcleo da Unidade de Coordenação Antiterrorista com representantes de nove entidades-Sistema de Segurança Interna, Sistema de Informações da República Portuguesa e os dois serviços de informações (SIS e SIED), PJ, PSP, GNR, SEF e Polícia Marítima. Sempre que o Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna, que preside, entender, o Conselho pode ainda ser ampliado a mais oito entidades. Entre elas, as Forças Armadas, os Swerviços Prisionais, a Protecão Civil e o Ministério Público.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11143 (Browse shelf) | Available |
Comunicação efectuada no Seminário Internacional " A Ameaça Terrorista e a Segurança Europeia", realizado no dia 29 de Fevereiro de 2016, no Instituto da Defesa Nacional".
De acordo com a lei, a cooperação entre as forças armadas e as forças de segurança é aprofundada, no quadro constitucional e legal em situações de intervenção perante agressões terroristas, de acordo com o plano de articulação operacional, que contemplará medidas de coordenação e a interoperabilidade de sistemas e equipamentos, serviços de protecção civil, emergência médica e forças armadas.Positivo é já termos o núcleo da Unidade de Coordenação Antiterrorista com representantes de nove entidades-Sistema de Segurança Interna, Sistema de Informações da República Portuguesa e os dois serviços de informações (SIS e SIED), PJ, PSP, GNR, SEF e Polícia Marítima. Sempre que o Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna, que preside, entender, o Conselho pode ainda ser ampliado a mais oito entidades. Entre elas, as Forças Armadas, os Swerviços Prisionais, a Protecão Civil e o Ministério Público.
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