Problemas na cooperação entre polícias europeias / John Benyon
In: Polícia e justiça. - S.2, nº3-4 (jun.-dez.1992),p.15-51Idioma: Português.Publicação: , 1992Assunto: COOPERAÇÃO POLICIAL INTERNACIONAL | UNIÃO EUROPEIA | CRIMINALIDADE INTERNACIONAL ORGANIZADA | TERRORISMO INTERNACIONAL | INTERPOL | ACORDO DE SCHENGEN | ORGANIZAÇÃO POLICIAL | CONTROLO DE FRONTEIRAS | PREVENÇAO CRIMINAL | TRÁFICO DE DROGA Resumo: O presente ensaio analisa, em linhas gerais, questões do foro criminal e de segurança levantadas em antecipação à proposta de abolição do controlo fronteiriço através da Europa e conclui que, embora os riscos tenham sido de certo modo sobreavaliados, existe uma necessidade real de aumentar a cooperação policial. Sugere uma classificação em três partes, segundo o nível em que funcionam as estruturas e analisa, de passagem, as principais disposições que actualmente facilitam a cooperação policial: o Grupo Trevi, a Interpol, o Acordo Schengen e a proposta 'Europol', sofrendo cada uma delas um 'défice democrático' e uma correspondente falta de controlo externo. O ensaio conclui que existe a necessidade de mais investigação para identificar e compreender as variações consideráveis entre organizações e disposições policiais em toda a Europa Comunitária.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11160 (Browse shelf) | Available |
O presente ensaio analisa, em linhas gerais, questões do foro criminal e de segurança levantadas em antecipação à proposta de abolição do controlo fronteiriço através da Europa e conclui que, embora os riscos tenham sido de certo modo sobreavaliados, existe uma necessidade real de aumentar a cooperação policial. Sugere uma classificação em três partes, segundo o nível em que funcionam as estruturas e analisa, de passagem, as principais disposições que actualmente facilitam a cooperação policial: o Grupo Trevi, a Interpol, o Acordo Schengen e a proposta 'Europol', sofrendo cada uma delas um 'défice democrático' e uma correspondente falta de controlo externo. O ensaio conclui que existe a necessidade de mais investigação para identificar e compreender as variações consideráveis entre organizações e disposições policiais em toda a Europa Comunitária.
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