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A contestação da autoridade soberana : política económica global, guerra e identidade em transformação / Paulo Rigueira

Autor: Rigueira, PauloIn: Nação e defesa. - Nº138 (2014),p.222-243Idioma: Português.Publicação: , 2014Assunto: AUTORIDADE PÚBLICA | ESTADO | POLÍTICA ECONÓMICA | ECONOMIA POLÍTICA | GLOBALIZAÇÃO Resumo: Este artigo pretendeu desagregar o conceito de Estado soberano e focou-se numa noção particular:autoridade. A ideia de que instituições e indivíduos responsáveis pelo Estado representam o poder soberano, atuando como um tribunal de última instância tem vindo a ser contestada por forças internacionais e transnacionais. Tendo em vista entender melhor como estas forças têm condicionado a noção de autoridade soberana foi feita uma distinção entre construções horizontais e verticais. Horizontalmente, a autoridade soberana é criada por processos de expansão capitalista, alfabetização e comunicação, bem como através de guerra. Consolidar autoridade vertical, por outro lado, implica a criação de laços identitários, de pertença e memória.O artigo pretendeu avaliar a narrativa que advoga transformaçõe de autoridade soberana na economia política global, guerra e questões identitárias. Foi desenvolvido o argumento de como historicamente laços que permitiram a constituição de entidades coerentes nestas três àreas estão, para narrativas progressistas, a perder o sentido.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
IPJCCPP.11143 (Browse shelf) Available

Este artigo pretendeu desagregar o conceito de Estado soberano e focou-se numa noção particular:autoridade. A ideia de que instituições e indivíduos responsáveis pelo Estado representam o poder soberano, atuando como um tribunal de última instância tem vindo a ser contestada por forças internacionais e transnacionais. Tendo em vista entender melhor como estas forças têm condicionado a noção de autoridade soberana foi feita uma distinção entre construções horizontais e verticais. Horizontalmente, a autoridade soberana é criada por processos de expansão capitalista, alfabetização e comunicação, bem como através de guerra. Consolidar autoridade vertical, por outro lado, implica a criação de laços identitários, de pertença e memória.O artigo pretendeu avaliar a narrativa que advoga transformaçõe de autoridade soberana na economia política global, guerra e questões identitárias. Foi desenvolvido o argumento de como historicamente laços que permitiram a constituição de entidades coerentes nestas três àreas estão, para narrativas progressistas, a perder o sentido.

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