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Preservação de vestígios no local do crime para profissionais de saúde / Nuno Bastos Coelho

Autor: Coelho, Nuno BastosIn: Investigação criminal = Revista semestral de investigação criminal, ciências criminais e forenses. - Nº5 (maio 2013),p.167-181Idioma: Português.Publicação: , 2013Assunto: PRESERVAÇÃO DA PROVA | VESTÍGIOS | METODOLOGIA | PROFISSIONAL DE SAÚDE -- PORTUGAL Resumo: "Este trabalho surgiu das necessidades de formação sentidas pelos profissionais de saúde do pré-hospitalar e hospitalar, que no exercício da sua profissão se veem envolvidos com vítimas de situações de violência e trauma. Por outro lado, este saber vai ao encontro das necessidades da investigação criminal, que, nos locais onde ocorrem crimes, se debate com a destruição ou contaminação de certos vestígios devido a manobras levadas a cabo aquando do socorro prestado às vítimas. Situações de violência e trauma são reconhecidas como problemas de saúde em todo o mundo e, até prova em contrário, todas estas vítimas são consideradas como casos forenses, até que todas as suspeitas tenham sido excluídas. Pretende-se com este trabalho, chamar a atenção e consciencializar para a necessidade da aplicação de procedimentos que podem auxiliar na preservação dos vestígios. Contudo, é de referir que a ausência de protocolos de atuação, dificulta esta mesma preservação. Embora, os profissionais de saúde que lidam com esse tipo de casos em Portugal estejam cientes das suas limitações no que respeita ao procedimento adequado na preservação de vestígios respeitando a cadeia de custódia, sabem que existem situações onde os caminhos que percorrem, envolvem o direito, a justiça e as ciências forenses."
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Analíticos de Periódicos Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
IPJCCPP.11134 (Browse shelf) Available

"Este trabalho surgiu das necessidades de formação sentidas pelos profissionais de saúde do pré-hospitalar e hospitalar, que no exercício da sua profissão se veem envolvidos com vítimas de situações de violência e trauma. Por outro lado, este saber vai ao encontro das necessidades da investigação criminal, que, nos locais onde ocorrem crimes, se debate com a destruição ou contaminação de certos vestígios devido a manobras levadas a cabo aquando do socorro prestado às vítimas. Situações de violência e trauma são reconhecidas como problemas de saúde em todo o mundo e, até prova em contrário, todas estas vítimas são consideradas como casos forenses, até que todas as suspeitas tenham sido excluídas. Pretende-se com este trabalho, chamar a atenção e consciencializar para a necessidade da aplicação de procedimentos que podem auxiliar na preservação dos vestígios. Contudo, é de referir que a ausência de protocolos de atuação, dificulta esta mesma preservação. Embora, os profissionais de saúde que lidam com esse tipo de casos em Portugal estejam cientes das suas limitações no que respeita ao procedimento adequado na preservação de vestígios respeitando a cadeia de custódia, sabem que existem situações onde os caminhos que percorrem, envolvem o direito, a justiça e as ciências forenses."

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