The evolution of terrorism since 9/11 / Lauren B.O'Brien
In: FBI Law Enforcement Bulletin. - Vol.80,nº9 (september 2011),p.3-10Idioma: Inglês.Publicação: , 2011Assunto: TERRORISMO INTERNACIONAL | ISLAMISMO | EXTREMISMO | ORGANIZAÇÃO TERRORISTA -- EUA Resumo: Dez anos após os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, a articulista procura compreender as tendências terroristas, analisando a evolução, a complexidade e a diversidade desta ameaça, focando em particular a capacidade de actuação da Al Qaeda, bem como o surgimento do movimento Jihadista à escala global. A partir de exemplos de ataques terroristas (ou tentativas) nos Estados Unidos, revelam-se tendências, tácticas e ferramentas que complicam a miríade de ameaças a enfrentar, persistindo na linha da frente a Al Qaeda e grupos afiliados, em particular, a AQAP ("Al Qaeda in the Arabian Peninsula"), pelo seu radicalismo e sofisticação. Conclui-se com a necessidade de implementação de um modelo de "intelligence" mais proactivo, que identifique claramente as ameaças terroristas e disponibilize os recursos adequados à sua mitigação.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11122 (Browse shelf) | Available |
Dez anos após os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, a articulista procura compreender as tendências terroristas, analisando a evolução, a complexidade e a diversidade desta ameaça, focando em particular a capacidade de actuação da Al Qaeda, bem como o surgimento do movimento Jihadista à escala global. A partir de exemplos de ataques terroristas (ou tentativas) nos Estados Unidos, revelam-se tendências, tácticas e ferramentas que complicam a miríade de ameaças a enfrentar, persistindo na linha da frente a Al Qaeda e grupos afiliados, em particular, a AQAP ("Al Qaeda in the Arabian Peninsula"), pelo seu radicalismo e sofisticação. Conclui-se com a necessidade de implementação de um modelo de "intelligence" mais proactivo, que identifique claramente as ameaças terroristas e disponibilize os recursos adequados à sua mitigação.
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