Delinquência juvenil e amplificação mediática / Maria José Brites
In: Ousar Integrar : revista de reinserção social e prova. - Ano4,nº9 (junho 2011),p.45-60Idioma: Português.Publicação: , 2011Assunto: GÉNERO | INSEGURANÇA URBANA | MASS MÉDIA | ANÁLISE SOCIAL Resumo: O papel dos media enquanto amplificadores da realidade social é determinante para a criação de imagens sociais positivas e negativas de determinados actores, partindo da análise quantitativa e qualitativa do Público e do Correio da Manhã, bem como de entrevistas a forças policias e a jornalistas, neste artigo pretende-se apresentar alguns elementos da cobertura noticioasa da delinquência juvenil, numa análise longitudinal de 1993 a 2003, embora centrada na segunda metade de 2000. A identificação jornalística da acção grupal ou individual, dos ilícitos e dos espaços onde ocorrem os actos delinquentes (sobretudo urbanos) dá conta de factos mas também da ampliação dos mesmos. Uma das marcas da cobertura jornalística extra-rotina foi o recurso ao género opinião em matérias relacionadas com a delinquência juvenil, especificamente na segunda metade de 2000, dominada pela cobertura de problemas na Linha de Cascais e do Caso CREL.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11156 (Browse shelf) | Available |
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O papel dos media enquanto amplificadores da realidade social é determinante para a criação de imagens sociais positivas e negativas de determinados actores, partindo da análise quantitativa e qualitativa do Público e do Correio da Manhã, bem como de entrevistas a forças policias e a jornalistas, neste artigo pretende-se apresentar alguns elementos da cobertura noticioasa da delinquência juvenil, numa análise longitudinal de 1993 a 2003, embora centrada na segunda metade de 2000. A identificação jornalística da acção grupal ou individual, dos ilícitos e dos espaços onde ocorrem os actos delinquentes (sobretudo urbanos) dá conta de factos mas também da ampliação dos mesmos. Uma das marcas da cobertura jornalística extra-rotina foi o recurso ao género opinião em matérias relacionadas com a delinquência juvenil, especificamente na segunda metade de 2000, dominada pela cobertura de problemas na Linha de Cascais e do Caso CREL.
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