Maus tratos infantis e percursos na toxicodependência / Sandra Pires, co-aut.Domingos Duran
In: Toxicodependências. - Vol.16, nº3 (2010),p.3-16Idioma: Português.Publicação: , 2010Assunto: CRIANÇA EM RISCO | ABUSO SEXUAL DE MENORES | CONSUMO DE DROGA | ANÁLISE PSICOLÓGICA | TRATAMENTO DE TOXICODEPENDENTES -- PORTUGAL | PSICOLOGIA CLÍNICA | MAUS TRATOS Resumo: Na presente investigação os autores propõem-se avaliar e comparar a prevalência e tipologia de maus tratos infantis numa amostra de 121 sujeitos toxicodependentes (61 homens e 60 mulheres) acompanhados em ambulatório no Centro das Taipas, bem como analisar a relação entre os maus tratos sofridos na infância e os padrões de consumo de substâncias psicoactivas, a serologia do HIV e os comportamentos de risco experimentados ao longo da vida. Os resultados evidenciam uma prevalência elevada de abusos físicos, sexuais e psicológicos na infância e adolescência dos indivíduos adictos e discriminam diferenças entre géneros, sugerindo uma maior incidência de abuso emocionais (rejeição e sobreprotecção maternas) e sexuais nas mulheres e de abusos físicos nos homens.Também indicam uma prevalência significativamente mais elevada de HIV+ e de comportamentos de tentativas de suicídio no grupo de mulheres adictas.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11193 (Browse shelf) | Available |
Na presente investigação os autores propõem-se avaliar e comparar a prevalência e tipologia de maus tratos infantis numa amostra de 121 sujeitos toxicodependentes (61 homens e 60 mulheres) acompanhados em ambulatório no Centro das Taipas, bem como analisar a relação entre os maus tratos sofridos na infância e os padrões de consumo de substâncias psicoactivas, a serologia do HIV e os comportamentos de risco experimentados ao longo da vida. Os resultados evidenciam uma prevalência elevada de abusos físicos, sexuais e psicológicos na infância e adolescência dos indivíduos adictos e discriminam diferenças entre géneros, sugerindo uma maior incidência de abuso emocionais (rejeição e sobreprotecção maternas) e sexuais nas mulheres e de abusos físicos nos homens.Também indicam uma prevalência significativamente mais elevada de HIV+ e de comportamentos de tentativas de suicídio no grupo de mulheres adictas.
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