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Distorções cognitivas em agressores sexuais / Rui Abrunhosa Gonçalves, co-aut. Armando Coutinho-Pereira

Autor: GONÇALVES, Rui Abrunhosa, -Co-autor: Coutinho-Pereira, ArmandoIn: Ousar Integrar : revista de reinserção social e prova. - Ano2,nº2 (janeiro 2009),p.9-18Idioma: Português.Publicação: , 2009Assunto: AGRESSOR SEXUAL | ABUSO SEXUAL DE MENORES | VIOLAÇÃO | PERFIL PSICOLÓGICO -- PORTUGAL Resumo: Este artigo procura elucidar de que forma as distorções cognitivas são elementos importantes no funcionamento dos agressores sexuais e no modo como estes explicam os abusos que cometem. Neste sentido, é referida a aplicação de uma Checklist de Distorções Cognitivas para Ofensores Sexuais(CDCOS: Gonçalves, 2004) a uma amostra de 116 criminosos sexuais em cumprimento de pena de prisão. Para além da validação do instrumento pretendia-se verificar se as distorções cognitivas variavam consoante se tratava de agressores cujas vítimas pertenciam ou não ao seu círculo de familiares, ou ainda se se tratava de menores ou adultos. Os resultados evidenciaram a utilidade do instrumento, ainda que os sujeitos evidenciassem sobretudo distorções cognitivas de tipo mais básico e não se tenha identificado um padrão de escolha especificamente afecto às hipóteses colocadas( diferenciação em função do tipo de vítima). A utilização deste instrumento no contexto da intervenção com agressores sexuais foi, por último abordada.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
IPJCCPP.11156 (Browse shelf) Available

Este artigo procura elucidar de que forma as distorções cognitivas são elementos importantes no funcionamento dos agressores sexuais e no modo como estes explicam os abusos que cometem. Neste sentido, é referida a aplicação de uma Checklist de Distorções Cognitivas para Ofensores Sexuais(CDCOS: Gonçalves, 2004) a uma amostra de 116 criminosos sexuais em cumprimento de pena de prisão. Para além da validação do instrumento pretendia-se verificar se as distorções cognitivas variavam consoante se tratava de agressores cujas vítimas pertenciam ou não ao seu círculo de familiares, ou ainda se se tratava de menores ou adultos. Os resultados evidenciaram a utilidade do instrumento, ainda que os sujeitos evidenciassem sobretudo distorções cognitivas de tipo mais básico e não se tenha identificado um padrão de escolha especificamente afecto às hipóteses colocadas( diferenciação em função do tipo de vítima). A utilização deste instrumento no contexto da intervenção com agressores sexuais foi, por último abordada.

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