Contracepção em jovens universitários portugueses / Marta Reis, co-aut. Margarida Gaspar de Matos
In: Análise psicológica. - S.26,nº1 (jan.-mar.2008),p.71-79Idioma: Português.Publicação: , 2008Assunto: SEXUALIDADE | ANÁLISE ESTATÍSTICA | SIDA | COMPORTAMENTO SEXUAL Resumo: A sexualidade nos seus múltiplos aspectos é considerada uma área de grande importância no desenvolvimento do ser humano. O impacto causado pela infecção do vírus da imunodeficiência humana/síndrome da imunodeficiência adquirida (VHI/SIDA), juntando-se a outros riscos ligados à actividade sexual, como a gravidez não desejada, fez com que a sexualidade passasse a ser considerada como uma questão de urgência social e epidemiológica e como um factor que pode ter um forte impacto negativo aoi nível da saúde, considerando-se, assim, os jovens, a nível mundial, como um grupo especialmente vulnerável em termos de saúde sexual. Esta investigação avaliou comportamentos sexuais, nomeadamente a contracepção dos jovens universitáriosportugueses. Administrando-se 436 questionários a 113 rapazes e 323 raparigas, entre os 18 e os 24 anos. Os resulatdos obtidos demonstram que a maioria é sxualmente activa, teve a sua primeira relação sexual ao 16 anos ou mais e utilizou como primeira contracepção o preserativo. Actualmente os métodos contraceptivos escolhidos habitualmente por estes jovens são o preservativo e a pílulacom intenção de prevenir, quer uma infecção sexualmente transmissível, quer uma gravidez indesejada (70.2%).Os rapazes tiveram a primeira relação sexual mais cedo que as raparigas e não utilizaram o coito interrompido, o que sugere um elevado risco para contrair uma gravidez não desejada ou uma IST.Eles referiam mais parceiras ocasionais, maior frequência de actividade sexual sob o efeito de alcool ou drogas; ao passo que elas destacaram-se pelo carácter duradouro do relacionamento amoroso.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11190 (Browse shelf) | Available |
A sexualidade nos seus múltiplos aspectos é considerada uma área de grande importância no desenvolvimento do ser humano. O impacto causado pela infecção do vírus da imunodeficiência humana/síndrome da imunodeficiência adquirida (VHI/SIDA), juntando-se a outros riscos ligados à actividade sexual, como a gravidez não desejada, fez com que a sexualidade passasse a ser considerada como uma questão de urgência social e epidemiológica e como um factor que pode ter um forte impacto negativo aoi nível da saúde, considerando-se, assim, os jovens, a nível mundial, como um grupo especialmente vulnerável em termos de saúde sexual. Esta investigação avaliou comportamentos sexuais, nomeadamente a contracepção dos jovens universitáriosportugueses. Administrando-se 436 questionários a 113 rapazes e 323 raparigas, entre os 18 e os 24 anos. Os resulatdos obtidos demonstram que a maioria é sxualmente activa, teve a sua primeira relação sexual ao 16 anos ou mais e utilizou como primeira contracepção o preserativo. Actualmente os métodos contraceptivos escolhidos habitualmente por estes jovens são o preservativo e a pílulacom intenção de prevenir, quer uma infecção sexualmente transmissível, quer uma gravidez indesejada (70.2%).Os rapazes tiveram a primeira relação sexual mais cedo que as raparigas e não utilizaram o coito interrompido, o que sugere um elevado risco para contrair uma gravidez não desejada ou uma IST.Eles referiam mais parceiras ocasionais, maior frequência de actividade sexual sob o efeito de alcool ou drogas; ao passo que elas destacaram-se pelo carácter duradouro do relacionamento amoroso.
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