Identidade e diferença : a cultura como factor de defesa e de coesão / Guilherme d' Oliveira Martins
In: Nação e Defesa. - S.3,nº119 (2008),p.167-178Idioma: Português.Publicação: , 2008Assunto: IDENTIDADE | CULTURA | CIDADANIA Resumo: Reportando a Identidade Nacional a um conceito aberto de cultura como encruzilhada entre a memória e a criação, o autor identifica cinco factores essenciais à vida contemporânea de uma sociedade livre e cosmopolita, centrada no respeito da dignidade da pessoa humana. A vontade, a coesão, a ãnsia de regeneração, a educação, a necessidade de adequação, entre meios e fins são esses factores de identidade. Existimos porque quisemos e queremos, reconhecermo-nos como um só povo que concretiza uma coesão plural, desejamos mudar e romper com o fatalismo, somos confrontados com a exigência de ter os olhos abertos, de cuidar de aprender, de cultivar o ensino e a experiência e somos chamados a conciliar meios e fins. E tomamos consciência do que Eduardo Lourenço ensina: demos a volta ao mundo, como povo, para tomar "a medida da nossa "maravilhosa perfeição".| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11143 (Browse shelf) | Available |
Reportando a Identidade Nacional a um conceito aberto de cultura como encruzilhada entre a memória e a criação, o autor identifica cinco factores essenciais à vida contemporânea de uma sociedade livre e cosmopolita, centrada no respeito da dignidade da pessoa humana. A vontade, a coesão, a ãnsia de regeneração, a educação, a necessidade de adequação, entre meios e fins são esses factores de identidade. Existimos porque quisemos e queremos, reconhecermo-nos como um só povo que concretiza uma coesão plural, desejamos mudar e romper com o fatalismo, somos confrontados com a exigência de ter os olhos abertos, de cuidar de aprender, de cultivar o ensino e a experiência e somos chamados a conciliar meios e fins. E tomamos consciência do que Eduardo Lourenço ensina: demos a volta ao mundo, como povo, para tomar "a medida da nossa "maravilhosa perfeição".
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