The irish case : the europeanisation of priorities and policy issues? / Ben Tonra, co-aut.Sonja Kopf
In: Nação e Defesa. - S.3,nº118 (outono-inverno 2007),p.183-202Idioma: Português.Assunto: POLÍTICA DE SEGURANÇA | DEFESA NACIONAL | SEGURANÇA INTERNACIONAL | POLÍTICA EXTERNA | ONU -- IRLANDA -- UNIAO EUROPEIA Resumo: O fim da Guerra Fria veio alterar concepções de segurança do mesmo modo que os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001 vieram a condicionar o sentido de mudança. Simultâneamente, levaram a maior parte , senão todos os Estados , a reavaliar as suas prioridades de segurança e defesa, e na maioria dos casos, a adaptar as suas parcerias e capacidades, de maneira a poder responder ás novas ou recém-avaliadas ameaças de segurança. Esta alteração teve impacto óbvio nos assuntos militares nacionais. Como Edmunds afirma, "o fim da Guerra Fria removeu a lenta estratégia dominante, através da qual as forças armadas se tinham desenvolvido e entendido". São menos claras , porém, as implicações para os pequenos Estados europeus, de que a República da Irlanda é um exemplo. Este artigo avalia os desafios políticos no quadro das políticas de segurança e defesa irlandesas na sequência destas mudanças no ambiente de segurança internacional. A relação irlandesa com a ONU, NATO e mesmo com a UE teve de se adaptar tendo em conta a nova situação, desenvolvendo-se novas políticas e suas potencias explicações, como a crescente europeização. O objectivo é demonstrar a sua evolução no âmbito do contexto irlandês.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11143 (Browse shelf) | Available |
O fim da Guerra Fria veio alterar concepções de segurança do mesmo modo que os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001 vieram a condicionar o sentido de mudança. Simultâneamente, levaram a maior parte , senão todos os Estados , a reavaliar as suas prioridades de segurança e defesa, e na maioria dos casos, a adaptar as suas parcerias e capacidades, de maneira a poder responder ás novas ou recém-avaliadas ameaças de segurança. Esta alteração teve impacto óbvio nos assuntos militares nacionais. Como Edmunds afirma, "o fim da Guerra Fria removeu a lenta estratégia dominante, através da qual as forças armadas se tinham desenvolvido e entendido". São menos claras , porém, as implicações para os pequenos Estados europeus, de que a República da Irlanda é um exemplo. Este artigo avalia os desafios políticos no quadro das políticas de segurança e defesa irlandesas na sequência destas mudanças no ambiente de segurança internacional. A relação irlandesa com a ONU, NATO e mesmo com a UE teve de se adaptar tendo em conta a nova situação, desenvolvendo-se novas políticas e suas potencias explicações, como a crescente europeização. O objectivo é demonstrar a sua evolução no âmbito do contexto irlandês.
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