Normal view MARC view ISBD view

Portugal : os pequenos estados e a união europeia / Carlos Gaspar

Autor: Gaspar, CarlosIn: Nação e Defesa. - S.3,nº118 (outono-inverno 2007),p.107-145Idioma: Português.Assunto: POLÍTICA INTERNACIONAL | HISTORIA DA UNIÃO EUROPEIA | IDENTIDADE NACIONAL | RELAÇÕES INTERNACIONAIS | ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL -- PORTUGAL -- EUA -- UNIAO EUROPEIA Resumo: Este artigo analisa o peso político dos pequenos e médios Estados e as oportunidades e constrangimentos a que têm estado sujeitos. na primeira parte, analisa-se a evolução do conceito de pequenos e médios Estados: os primeiros são actualmente unidades sem capacidade autónoma de defesa e os segundos são Estados de Maior relevância internacional sem capacidade de igualar o estatuto de grande potência. A mudança sistemática do início dos anos 1990 levou á necessidade de aplicar estes conceitos à escala regional. Na Europa - o objecto de análise da segunda parte - devem ser classificadas como médias potências a Itália , a Holanda , a Espanha e a Polónia , entre as potências regionais (França, Grâ-Bretanha e Alemanha) e os pequenos estados. Os últimos - salvo excepções especifícas - têm preferido uma política externa rumo ao aprofundamento da integração Europeia e Transatlântica, optando relutantemente por ou outro vector quando as circunstãncias conjunturais assim o obrigam. Portugal, estudado na terceira parte, não tem fugido à regra. Finalmente, esclarece-se que as recentes mudanças no sistema de decisão Europeu que apontam para a criação de um directório constituído pelas três potências regionais - deverão levar os pequenos e médios Estados a mudar as suas políticas no sentido de se adaptarem a novos equilíbrios.
Tags from this library: No tags from this library for this title. Log in to add tags.
    average rating: 0.0 (0 votes)
Item type Current location Call number Status Date due Barcode
Analíticos de Periódicos Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
IPJCCPP.11143 (Browse shelf) Available

Este artigo analisa o peso político dos pequenos e médios Estados e as oportunidades e constrangimentos a que têm estado sujeitos. na primeira parte, analisa-se a evolução do conceito de pequenos e médios Estados: os primeiros são actualmente unidades sem capacidade autónoma de defesa e os segundos são Estados de Maior relevância internacional sem capacidade de igualar o estatuto de grande potência. A mudança sistemática do início dos anos 1990 levou á necessidade de aplicar estes conceitos à escala regional. Na Europa - o objecto de análise da segunda parte - devem ser classificadas como médias potências a Itália , a Holanda , a Espanha e a Polónia , entre as potências regionais (França, Grâ-Bretanha e Alemanha) e os pequenos estados. Os últimos - salvo excepções especifícas - têm preferido uma política externa rumo ao aprofundamento da integração Europeia e Transatlântica, optando relutantemente por ou outro vector quando as circunstãncias conjunturais assim o obrigam. Portugal, estudado na terceira parte, não tem fugido à regra. Finalmente, esclarece-se que as recentes mudanças no sistema de decisão Europeu que apontam para a criação de um directório constituído pelas três potências regionais - deverão levar os pequenos e médios Estados a mudar as suas políticas no sentido de se adaptarem a novos equilíbrios.

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.