The european internationalist : sweden and european security cooperation / Lisbeth Aggestam
In: Nação e Defesa. - S.3,nº118 (outono-inverno 2007),p.203-218Idioma: Português.Publicação: , 2007Assunto: COOPERAÇÃO INTERNACIONAL | SEGURANÇA INTERNACIONAL | POLÍTICA EXTERNA | DEFESA NACIONAL | NATO | POLÍTICA DE SEGURANÇA -- SUÉCIA -- UNIAO EUROPEIA Resumo: A política de segurança e defesa sueca mudou radicalmente desde o fim da Guerra Fria. A neutralidade foi abandonada, sendo o não-alinhamento significativo na forma como salvaguarda a independência relativamente a quiasquer compromissos de aliança militar. A suécia tem apoiado o desenvolvimento de uma politica Europeia de Segurança e Defesa (PESD) , sendo um parceiro activo na arquitectura de cooperação da NATO. Estas iniciativas teriam sido impensáveis durante a Guerra Fria . No entanto este artigo , este artigo suporta a ideia deque as mudanças da politica sueca de segurança e defesa sao enquadradas por uma tradição de política externa de alcance mundial de feitura do bem, que precede o fim da Guerra Fria e que se enquadra numa concepção de internacionalismo moral. O envolvimento sueco nas operações da PESDe Nato é visto como servindo um conceito alargado de segurança. Assim se explica como é que a suécia se envolveu tão empenhadamente na cooperação com a UE e com a NATO, e se justifica uma reduzida polémica no debate político interno relativamente às mudanças sobre a política sueca de segurança e defesa.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11143 (Browse shelf) | Available |
A política de segurança e defesa sueca mudou radicalmente desde o fim da Guerra Fria. A neutralidade foi abandonada, sendo o não-alinhamento significativo na forma como salvaguarda a independência relativamente a quiasquer compromissos de aliança militar. A suécia tem apoiado o desenvolvimento de uma politica Europeia de Segurança e Defesa (PESD) , sendo um parceiro activo na arquitectura de cooperação da NATO. Estas iniciativas teriam sido impensáveis durante a Guerra Fria . No entanto este artigo , este artigo suporta a ideia deque as mudanças da politica sueca de segurança e defesa sao enquadradas por uma tradição de política externa de alcance mundial de feitura do bem, que precede o fim da Guerra Fria e que se enquadra numa concepção de internacionalismo moral. O envolvimento sueco nas operações da PESDe Nato é visto como servindo um conceito alargado de segurança. Assim se explica como é que a suécia se envolveu tão empenhadamente na cooperação com a UE e com a NATO, e se justifica uma reduzida polémica no debate político interno relativamente às mudanças sobre a política sueca de segurança e defesa.
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