Ready in one hour? : time to dispel a few myths about criminal profiling / Pierre Nezan
In: Gazette. - Vol.69,nº1 (2007),p.14-15Idioma: Inglês.Publicação: , 2007Assunto: INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | ANÁLISE CRIMINAL | INFORMAÇÃO CRIMINAL | PERFIL DO CRIMINOSO | PERFIL PSICOLÓGICO -- CANADÁ Resumo: A expressão "criminal profiling”, actualmente em voga no léxico popular, tem por base a "criminal investigative analysis", desenvolvida pelo "Behavioural Analysis Unit" (BAU) do FBI, consistindo num método sistemático, lógico e analítico de recolha da informação reunida no local do crime. O "profiler" reúne e interpreta o comportamento de um criminoso no local do crime, dá a sua opinião quanto às características do indivíduo que o teria perpetrado e disponibiliza estratégias para o estabelecimento de prioridades na determinação da lista de suspeitos. O presente artigo propõe-se esclarecer 5 mitos criados em torno do trabalho desenvolvido por estes profissionais: os “profilers” não resolvem crimes, apoiam a investigação, cabendo ao investigador criminal essa tarefa; têm formação em psicologia e uma vasta experiência em investigação criminal podendo, ocasionalmente, socorrer-se de contributos de especialistas clínicos em determinadas situações; não resolvem crimes numa hora, visto que a diversidade e o volume de vestígios recolhidos no local do crime carecem de análise científica rigorosa e, eventualmente, morosa; os criminosos, nomeadamente os sádicos, pretendem continuar com as suas fantasias desviantes e obsessivas, embora alguns tenham expressado o desejo de serem “apanhados”; não lideram a investigação criminal, apoiam os responsáveis, providenciam estratégias, analisam comportamentos, sendo, por isso, uma “ferramenta” ao serviço da investigação criminal.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11125 (Browse shelf) | Available |
A expressão "criminal profiling”, actualmente em voga no léxico popular, tem por base a "criminal investigative analysis", desenvolvida pelo "Behavioural Analysis Unit" (BAU) do FBI, consistindo num método sistemático, lógico e analítico de recolha da informação reunida no local do crime. O "profiler" reúne e interpreta o comportamento de um criminoso no local do crime, dá a sua opinião quanto às características do indivíduo que o teria perpetrado e disponibiliza estratégias para o estabelecimento de prioridades na determinação da lista de suspeitos. O presente artigo propõe-se esclarecer 5 mitos criados em torno do trabalho desenvolvido por estes profissionais: os “profilers” não resolvem crimes, apoiam a investigação, cabendo ao investigador criminal essa tarefa; têm formação em psicologia e uma vasta experiência em investigação criminal podendo, ocasionalmente, socorrer-se de contributos de especialistas clínicos em determinadas situações; não resolvem crimes numa hora, visto que a diversidade e o volume de vestígios recolhidos no local do crime carecem de análise científica rigorosa e, eventualmente, morosa; os criminosos, nomeadamente os sádicos, pretendem continuar com as suas fantasias desviantes e obsessivas, embora alguns tenham expressado o desejo de serem “apanhados”; não lideram a investigação criminal, apoiam os responsáveis, providenciam estratégias, analisam comportamentos, sendo, por isso, uma “ferramenta” ao serviço da investigação criminal.
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