De la violence conjugale à la violence juvénile / Mohamed Guedah
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique. - Vol.60, nº1 (jan.-mars 2007),p. 31-40Idioma: Francês.Publicação: , 2007Assunto: VIOLÊNCIA CONJUGAL | VIOLÊNCIA FAMILIAR | MAUS TRATOS -- MARROCOS Resumo: Não existe nenhuma estatística fiável que permita medir a amplitude da violência conjugal para com as mulheres de Marrocos. Não obstante, a violência intrafamiliar e a violência conjugal para com as mulheres em particular, são muito frequentes ao ponto de se tornar um verdadeiro flagelo denunciado repetidamente por organismos internacionais. O presente estudo parte da hipótese de que a violência conjugal relativamente às mulheres tem efeitos devastadores (traumatismos, angústia, depressão, ferimentos) sobre as vítimas, mas tem igualmente consequências dramáticas sobre as suas crianças. Dito de outra forma, dentro de uma sociedade machista, a violência sofrida pela mulher pode, por vezes, ser transferida sobre o seu filho. Este pode, então, entrar em conflito aberto com a lei e afundar-se numa violência mortífera. Através desta violência, o adolescente expressaria não apenas os seus próprios tormentos, mas também os da sua mãe, ligados à violência conjugal sofrida e a maus tratos não reconhecidos e frequentemente negados pelo conjunto do sistema familiar e sociocultural.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.2620 (Browse shelf) | Available |
Não existe nenhuma estatística fiável que permita medir a amplitude da violência conjugal para com as mulheres de Marrocos. Não obstante, a violência intrafamiliar e a violência conjugal para com as mulheres em particular, são muito frequentes ao ponto de se tornar um verdadeiro flagelo denunciado repetidamente por organismos internacionais. O presente estudo parte da hipótese de que a violência conjugal relativamente às mulheres tem efeitos devastadores (traumatismos, angústia, depressão, ferimentos) sobre as vítimas, mas tem igualmente consequências dramáticas sobre as suas crianças. Dito de outra forma, dentro de uma sociedade machista, a violência sofrida pela mulher pode, por vezes, ser transferida sobre o seu filho. Este pode, então, entrar em conflito aberto com a lei e afundar-se numa violência mortífera. Através desta violência, o adolescente expressaria não apenas os seus próprios tormentos, mas também os da sua mãe, ligados à violência conjugal sofrida e a maus tratos não reconhecidos e frequentemente negados pelo conjunto do sistema familiar e sociocultural.
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