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A psicologia investigativa : contributos para a entrevista a vítimas de crime / Cristina Soeiro, co-aut.Inês Alberty

Autor: Soeiro, CristinaCo-autor: Alberty, InêsIn: Polícia e Justiça. - S.3, nº8 (jul.-dez.2006),p.377-408Idioma: Português.Publicação: , 2006Assunto: PSICOLOGIA POLICIAL | ENTREVISTA E INTERROGATÓRIO | COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | ENTREVISTA COGNITIVA | ANÁLISE DE INFORMAÇÃO Resumo: Apesar da inegável importância da informação fornecida por uma pessoa (testemunha, vítima ou suspeito) entrevistada no contexto do sistema de justiça, pouca relevância tem sido dada, em Portugal, à forma como se entrevistam esses elementos-chave para o fecho de um processo de investigação criminal. A Psicologia, enquanto disciplina científica, tem dado um contributo muito forte a esta área, sobretudo através do estudo dos processos de memória, da detecção da mentira e da comunicação interpessoal e humana, aspectos que levaram ao desenvolvimento de modelos de entrevista adequados às necessidades dos profissionais do sistema de justiça. No presente artigo, será discutida a utilidade dessas técnicas quando integradas num procedimento de entrevista a testemunhas, suficientemente debatido na literatura e que se designa por entrevista cognitiva. Propõe-se ainda um procedimento de entrevista investigativa que possa ser adaptado à realidade portuguesa.
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Apesar da inegável importância da informação fornecida por uma pessoa (testemunha, vítima ou suspeito) entrevistada no contexto do sistema de justiça, pouca relevância tem sido dada, em Portugal, à forma como se entrevistam esses elementos-chave para o fecho de um processo de investigação criminal. A Psicologia, enquanto disciplina científica, tem dado um contributo muito forte a esta área, sobretudo através do estudo dos processos de memória, da detecção da mentira e da comunicação interpessoal e humana, aspectos que levaram ao desenvolvimento de modelos de entrevista adequados às necessidades dos profissionais do sistema de justiça. No presente artigo, será discutida a utilidade dessas técnicas quando integradas num procedimento de entrevista a testemunhas, suficientemente debatido na literatura e que se designa por entrevista cognitiva. Propõe-se ainda um procedimento de entrevista investigativa que possa ser adaptado à realidade portuguesa.

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