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Violência doméstica / Filipa Sousa Pereira

Autor: Pereira, Filipa SousaIn: Polícia e Justiça. - S.3, número especial temático (2004),p.237-243Idioma: Português.Publicação: , 2004Assunto: PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA | APOIO À VÍTIMA Resumo: Com base num estudo realizado em 2002 sobre a Violência contra as Mulheres no Concelho de Cascais, foi possível definir uma estratégia de intervenção para o município que passou pela criação do Fórum Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica. Sendo que uma das conclusões a que o estudo chegou foi a da necessidade de coordenação da intervenção concelhia e da definição de uma estratégia inter-institucional mais articulada, a CMC lançou o desafio aos parceiros locais e, contando actualmente com a adesão de 16 instituições locais, o Fórum é composto por três grupos de trabalho: o Grupo da Informação, Comunicação e Articulação; o Grupo da Formação e Sensibilização e o Grupo do Planeamento e Avaliação. Cada um dos grupos de trabalho tem objectivos específicos e calendarizados, prioridades definidas e actividades a concretizar num prazo de dois anos, com destaque para a criação de um sistema de informação partilhada que permita fazer um diagnóstico permanente da realidade concelhia e a dinamização de acções de formação para as forças de segurança e outros grupos profissionais.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
IPJCCPP.11160 (Browse shelf) Available

Com base num estudo realizado em 2002 sobre a Violência contra as Mulheres no Concelho de Cascais, foi possível definir uma estratégia de intervenção para o município que passou pela criação do Fórum Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica. Sendo que uma das conclusões a que o estudo chegou foi a da necessidade de coordenação da intervenção concelhia e da definição de uma estratégia inter-institucional mais articulada, a CMC lançou o desafio aos parceiros locais e, contando actualmente com a adesão de 16 instituições locais, o Fórum é composto por três grupos de trabalho: o Grupo da Informação, Comunicação e Articulação; o Grupo da Formação e Sensibilização e o Grupo do Planeamento e Avaliação. Cada um dos grupos de trabalho tem objectivos específicos e calendarizados, prioridades definidas e actividades a concretizar num prazo de dois anos, com destaque para a criação de um sistema de informação partilhada que permita fazer um diagnóstico permanente da realidade concelhia e a dinamização de acções de formação para as forças de segurança e outros grupos profissionais.

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