Those terrible first few minutes : revisiting active-shooter protocols for schools
In: FBI Law Enforcement Bulletin. - Vol.79,nº9 (september 2010),p.1-10Idioma: Inglês.Publicação: Lyon, 2010Assunto: VIOLÊNCIA NA ESCOLA | SEGURANÇA NA ESCOLA | PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA | ACTUAÇÃO POLICIAL | ARMAS DE FOGO | MUNIÇÕES | POLICIAMENTO -- EUA Resumo: O termo "active-shooter" entrou no léxico norte-americano no seguimento do trágico tiroteio ocorrido no "Columbine High School", em Abril de 1999, em Littleton, Colorado, nos Estados Unidos. Este terrível acontecimento obrigou as autoridades policiais a redefinirem as suas práticas de resposta nestas situações, levou ao aparecimento de inúmeras iniciativas de prevenção nas escolas, bem como à elaboração de planos de contingência, devidamente estruturados e coordenados. O presente artigo identifica os protocolos de resposta mais utilizados pelas escolas para fazer face a situações similares e adverte para as necessidades de planeamento, treino e implementação de protocolos capazes de englobar a maior variedade de cenários plausíveis. Dá-se conta da importância da transmissão da informação sobre os acontecimentos, às autoridades policiais, em tempo útil. Advoga-se a elaboração, pelas autoridades policiais e serviços de emergência, de protocolos secundários e complementares. Alerta-se para a necessidade de formação do pessoal de segurança das escolas, na medida em que, até à chegada das autoridades policiais, serão eles os responsáveis pela gestão da resposta ao incidente.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCPP.11122 (Browse shelf) | Available |
O termo "active-shooter" entrou no léxico norte-americano no seguimento do trágico tiroteio ocorrido no "Columbine High School", em Abril de 1999, em Littleton, Colorado, nos Estados Unidos. Este terrível acontecimento obrigou as autoridades policiais a redefinirem as suas práticas de resposta nestas situações, levou ao aparecimento de inúmeras iniciativas de prevenção nas escolas, bem como à elaboração de planos de contingência, devidamente estruturados e coordenados. O presente artigo identifica os protocolos de resposta mais utilizados pelas escolas para fazer face a situações similares e adverte para as necessidades de planeamento, treino e implementação de protocolos capazes de englobar a maior variedade de cenários plausíveis. Dá-se conta da importância da transmissão da informação sobre os acontecimentos, às autoridades policiais, em tempo útil. Advoga-se a elaboração, pelas autoridades policiais e serviços de emergência, de protocolos secundários e complementares. Alerta-se para a necessidade de formação do pessoal de segurança das escolas, na medida em que, até à chegada das autoridades policiais, serão eles os responsáveis pela gestão da resposta ao incidente.
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