Estudo de toxilogia de metais pesados no organismo humano por fluorescência de raios x : patologias clinicas e contaminação ambiental / Alexandra de Fátima Ludovico Marques
Idioma: Português.Publicação: , [s.d.]Descrição física: 1 disco ótico (Cd-Rom)Nota de dissertação ou tese: <Dissertação para a obtenção de grau de Doutor em Biofísica>Assunto: 263124 | 322367Resumo: Foram analisadas amostras de tecidos designados por rijos (osso, dente e cabelo) e de tecidos moles (encéfalo, fígado e rim) provenientes de populações do período do neolítico, calcolítico, dos séculos XIII, XIV/XV e XIX, e cidadãos contemporâneos. As amostras foram secas sem tratamento químico, e analisadas por espectroscopia de raios-X. Os elementos analisados neste trabalho constituem os tecidos humanos e apresentam-se em quantidades características de cada órgão. A maior ou menor quantidade de um elemento no organismo pode não traduzir a sua afinidade celular ou a sua importância para o organismo, pois pode ser resultante da contaminação ambiental. Desde sempre o homem esteve exposto aos elementos químicos, sendo no passado esta exposição controlada naturalmente e especifica de cada região.O homem está hoje a viver um considerável aumento do desenvolvimento agrícola e industrial, pelo que consequentemente fica exposto a quantidades anormais de certos elementos e seus compostos, nocivos e tóxicos. Estas alterações podem não ter consequência imediata em perturbações no organismo, mas a longo prazo podem provocar mutações genéticas ou até pôr em causa a sobrevivência da espécie humana. Neste estudo a espectroscopia de raios-X constituiu uma técnica de análise adequada ao estudo da concentração de elementos vestigiais em tecidos humanos, a nível arqueológico, médico e até forense, e tem a vantagem de não requer preparação química prévia. Esta técnica não só tem aplicação em tecidos humanos, como pode constituir um bom método de análise de solos, materiais metálicos, produtos artificiais e naturais, quer de origem animal quer vegetal.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Material não Livro | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCICPC259 (Browse shelf) | IPJCC11549 | Available | IPJCC CID11549178 |
oferta
<Dissertação para a obtenção de grau de Doutor em Biofísica>
Foram analisadas amostras de tecidos designados por rijos (osso, dente e cabelo) e de tecidos moles (encéfalo, fígado e rim) provenientes de populações do período do neolítico, calcolítico, dos séculos XIII, XIV/XV e XIX, e cidadãos contemporâneos. As amostras foram secas sem tratamento químico, e analisadas por espectroscopia de raios-X. Os elementos analisados neste trabalho constituem os tecidos humanos e apresentam-se em quantidades características de cada órgão. A maior ou menor quantidade de um elemento no organismo pode não traduzir a sua afinidade celular ou a sua importância para o organismo, pois pode ser resultante da contaminação ambiental. Desde sempre o homem esteve exposto aos elementos químicos, sendo no passado esta exposição controlada naturalmente e especifica de cada região.O homem está hoje a viver um considerável aumento do desenvolvimento agrícola e industrial, pelo que consequentemente fica exposto a quantidades anormais de certos elementos e seus compostos, nocivos e tóxicos. Estas alterações podem não ter consequência imediata em perturbações no organismo, mas a longo prazo podem provocar mutações genéticas ou até pôr em causa a sobrevivência da espécie humana. Neste estudo a espectroscopia de raios-X constituiu uma técnica de análise adequada ao estudo da concentração de elementos vestigiais em tecidos humanos, a nível arqueológico, médico e até forense, e tem a vantagem de não requer preparação química prévia. Esta técnica não só tem aplicação em tecidos humanos, como pode constituir um bom método de análise de solos, materiais metálicos, produtos artificiais e naturais, quer de origem animal quer vegetal.
There are no comments for this item.