A contra-revolução no 25 de abril : os "relatórios António Graça" sobre a Elp e Aginter Presse / Maria José Tíscar; pref.Raimundo Narciso
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : Edições Colibri, 2014Descrição física: 348 p. : il.; 24 cmColeção: Memórias de Guerra e RevoluçãoISBN: 9789896894221Assunto: 230925 | 326519 | 326520Resumo: A historiadora Maria José Tíscar oferece nesta obra de investigação uma excelente oportunidade para conhecermos os movimentos e as organizações subterrâneas da extrema-direita nacional em articulação com as suas congéneres internacionais que, desesperadamente, se ergueram para combater a revolução portuguesa iniciada com o levantamento militar de 25 de abril de 1974, bem como para se oporem à subsequente descolonização em Africa.Ao derrubar a ditadura fascista mais antiga da Europa a revolução portuguesa de 1974, que se anunciou ao mundo como a revolução dos cravos, veio a revelar que chegara ao fim o tempo das ditaduras que ainda nela subsistiam. Chegara a hora dos povos da Grécia e de Espanha porem fim, eles também, à "ditadura dos coronéis" e à ditadura franqiosta. E a hora em breve chegou. Uns meses depois, ainda em 1974, na sequência do conflito com a Turquiq em torno de Chipre, a Grécia, berço da civilização europeia, pôs fim à "ditadura dos coronéis" que vinha de 1967 e um ano e meio depois, em 1976, foi a vez de a pátria de Cervantes e de Lorca, acabar com a ditadura de Franco, velha de 40 anos, na sequência da morte do "caudilho".| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCCC619 (Browse shelf) | IPJCC11021 | Available | IPJCC CID110219830 |
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A historiadora Maria José Tíscar oferece nesta obra de investigação uma excelente oportunidade para conhecermos os movimentos e as organizações subterrâneas da extrema-direita nacional em articulação com as suas congéneres internacionais que, desesperadamente, se ergueram para combater a revolução portuguesa iniciada com o levantamento militar de 25 de abril de 1974, bem como para se oporem à subsequente descolonização em Africa.Ao derrubar a ditadura fascista mais antiga da Europa a revolução portuguesa de 1974, que se anunciou ao mundo como a revolução dos cravos, veio a revelar que chegara ao fim o tempo das ditaduras que ainda nela subsistiam. Chegara a hora dos povos da Grécia e de Espanha porem fim, eles também, à "ditadura dos coronéis" e à ditadura franqiosta. E a hora em breve chegou. Uns meses depois, ainda em 1974, na sequência do conflito com a Turquiq em torno de Chipre, a Grécia, berço da civilização europeia, pôs fim à "ditadura dos coronéis" que vinha de 1967 e um ano e meio depois, em 1976, foi a vez de a pátria de Cervantes e de Lorca, acabar com a ditadura de Franco, velha de 40 anos, na sequência da morte do "caudilho".
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