Une histoire sans fard : l'oréal, des années sombres au boycott arabe / Michel Bar-Zohar; trad.Serge Moran
Idioma: Francês.Publicação: [s.l.] : Éditions Fayar, 1996Descrição física: 270 p.; 22 cmISBN: 2213595089Assunto: 400472Resumo: A subsidiária da L'Oréal nos EUA, desde 1948, ameaça todas as empresas ligadas direta ou indiretamente com Israel, decreta logo o embargo contra todo o grupo da Liga Àrabe. A ameaça de Helena Rubinstein Israel, não será dissolvida, o embargo vai continuar. Alguns anos mais tarde, em Abril de 1989, enquanto L'Oreal tenta obter o levantamento do boicote, Jean Frydman, forte personalidade do mundo dos negócios, é demitido do Conselho de Administração Paravisão, uma outra subsidiária da L'Oreal, a qual detém 25%. Porque é que demitiram Frydamn? Por que é que um ex-colaborador pró-nazista criminoso de guerra, lhe foi confiada a tarefa de convencer Helena Rubinstein Israel a se afundar? Como é que um personagem tão vergonhoso ocupa essas posições elevadas na subsidiária Americane da L'Oréal? Que jogo joga o Estado francês, uma vez que a esquerda está no poder, afirma sancionar oficialmente qualquer violação da lei anti-boicote? Por que, François Mitterrand então Presidente da República, tenta encobri-lo?Para responder a estas questões e construir sua história, Michael Bar-Zohar, escritor israelita e membro do Knesset, foi conduzido para investigar a história da L'Oréal desde a sua criação em 1920 por Eugene Schuller.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCS564 (Browse shelf) | IPJCC8564 | Available | IPJCC CID85649647 |
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A subsidiária da L'Oréal nos EUA, desde 1948, ameaça todas as empresas ligadas direta ou indiretamente com Israel, decreta logo o embargo contra todo o grupo da Liga Àrabe. A ameaça de Helena Rubinstein Israel, não será dissolvida, o embargo vai continuar. Alguns anos mais tarde, em Abril de 1989, enquanto L'Oreal tenta obter o levantamento do boicote, Jean Frydman, forte personalidade do mundo dos negócios, é demitido do Conselho de Administração Paravisão, uma outra subsidiária da L'Oreal, a qual detém 25%. Porque é que demitiram Frydamn? Por que é que um ex-colaborador pró-nazista criminoso de guerra, lhe foi confiada a tarefa de convencer Helena Rubinstein Israel a se afundar? Como é que um personagem tão vergonhoso ocupa essas posições elevadas na subsidiária Americane da L'Oréal? Que jogo joga o Estado francês, uma vez que a esquerda está no poder, afirma sancionar oficialmente qualquer violação da lei anti-boicote? Por que, François Mitterrand então Presidente da República, tenta encobri-lo?Para responder a estas questões e construir sua história, Michael Bar-Zohar, escritor israelita e membro do Knesset, foi conduzido para investigar a história da L'Oréal desde a sua criação em 1920 por Eugene Schuller.
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