Angola,anatomia de uma tragédia / António Silva Cardoso; pref.Silvino Silvério Marques
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : Oficina do Livro, 2000Descrição física: 695 p.; 24 cmISBN: 9728579209Assunto: 230925 | 326291 | 234763 | 326147Resumo: Este é o relato da minha longa ligação a Angola onde procurei evocar não só o martirizado povo angolano, mas igualmente a memória de todos, brancos, pretos, mestiços, militares e civis que sucumbiram no grande genocídio e sobre os quais o esquecimento cai tão depressa. Vítima da ambição de muitos e da ignominiosa traição de outros, tem esse povo o direito a interrogar-se se ainda terá um AMANHÃ. a essas gentes, mortos e vivos, que receberam a independência mas não a paz, a felicidade e a alegria de viver em liberdade, dedico comovidamente estas páginas também por elas vividas.Que seria de nós se não tivéssemos memória?... Esqueceríamos as nossas amizades, os nossos amores, as nossas lutas, os nossos trabalhos.(...) A nossa existência reduzir-se-ia aos instantes sucessivos do momento actual que foge sem cessar. A nossa vida é tão vã que, no fundo, ela não é mais que o reflexo da nossa memória.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Monografias | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCS530 (Browse shelf) | IPJCC8717 | Available | IPJCC CID87179574 |
oferta de M.A.C.
Este é o relato da minha longa ligação a Angola onde procurei evocar não só o martirizado povo angolano, mas igualmente a memória de todos, brancos, pretos, mestiços, militares e civis que sucumbiram no grande genocídio e sobre os quais o esquecimento cai tão depressa. Vítima da ambição de muitos e da ignominiosa traição de outros, tem esse povo o direito a interrogar-se se ainda terá um AMANHÃ. a essas gentes, mortos e vivos, que receberam a independência mas não a paz, a felicidade e a alegria de viver em liberdade, dedico comovidamente estas páginas também por elas vividas.
Que seria de nós se não tivéssemos memória?... Esqueceríamos as nossas amizades, os nossos amores, as nossas lutas, os nossos trabalhos.(...) A nossa existência reduzir-se-ia aos instantes sucessivos do momento actual que foge sem cessar. A nossa vida é tão vã que, no fundo, ela não é mais que o reflexo da nossa memória.
There are no comments for this item.