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Azulejo não é crime / Hugo Miguel Aguiar dos Santos

Autor: Santos, Hugo Miguel Aguiar dosIdioma: Português.Publicação: Coimbra : FCT.UC, 2009Descrição física: 163 p. : il.; 15 cmNota de dissertação ou tese: <Prova final de licenciatura em Arquitectura orientada pelo Prof. Dr. António Olaio>Assunto: 243138 | 326259 | 320610Resumo: Introdução. Primeira Parte: Do Oriente ao Ocidente, Da tradição islâmica à influência italiana e flamenga, Dos tapetes aos tecidos estampados, Da explosão cromática à porcelana, Do absolutismo azul ao terramoto da cor, das fachadas seriadas às ecléticas, Da arquitectura ao espaço público. Segunda Parte. Reflectir: azulejo em movimento, Contemplar: azulejo como arte. Terceira Parte: Divórcio das três artes, Síntese das artes?, Azulejofobia, Integração, adaptação e ruptura, Efeitos Visuais, Imagem Urbana. Conclusão. Bibliografia. Fontes das figuras.Desde hà cinco séculos, que a utilização massiva e original do azulejo, em Portugal, fez deste material um fenómeno acentuadamente português. Foi através da tradição islâmica que esta manifestação cultural foi introduzida em território nacional, tendo-se fixado, definitivamente, por influência italiana e flamenga, no século XVI. Os portugueses, não tendo inventado o azulejo, descobriram através do seu emprego uma forma singular de realização plástica, integrando-o à arquitectura de forma equilibrada e sensata. Apesar das suas características ornamentais, o azulejo foi utilizado com fins que ultrapassam o mero decorativismo, procurando enaltecer as qualidades da arquitectura e criar ambientes da arquitectura a que pertence e à qual transmite monumentalidade. Curiosamente, esta escala monumental do azulejo é muito mais fruto da sua adaptação à arquitectura do que à sua própria realidade material, enquanto peça cerâmica.
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Monografias Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
IPJCCVR405 (Browse shelf) IPJCC10775 Available IPJCC CID107759518

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<Prova final de licenciatura em Arquitectura orientada pelo Prof. Dr. António Olaio>

Introdução. Primeira Parte: Do Oriente ao Ocidente, Da tradição islâmica à influência italiana e flamenga, Dos tapetes aos tecidos estampados, Da explosão cromática à porcelana, Do absolutismo azul ao terramoto da cor, das fachadas seriadas às ecléticas, Da arquitectura ao espaço público. Segunda Parte. Reflectir: azulejo em movimento, Contemplar: azulejo como arte. Terceira Parte: Divórcio das três artes, Síntese das artes?, Azulejofobia, Integração, adaptação e ruptura, Efeitos Visuais, Imagem Urbana. Conclusão. Bibliografia. Fontes das figuras.

Desde hà cinco séculos, que a utilização massiva e original do azulejo, em Portugal, fez deste material um fenómeno acentuadamente português. Foi através da tradição islâmica que esta manifestação cultural foi introduzida em território nacional, tendo-se fixado, definitivamente, por influência italiana e flamenga, no século XVI. Os portugueses, não tendo inventado o azulejo, descobriram através do seu emprego uma forma singular de realização plástica, integrando-o à arquitectura de forma equilibrada e sensata. Apesar das suas características ornamentais, o azulejo foi utilizado com fins que ultrapassam o mero decorativismo, procurando enaltecer as qualidades da arquitectura e criar ambientes da arquitectura a que pertence e à qual transmite monumentalidade. Curiosamente, esta escala monumental do azulejo é muito mais fruto da sua adaptação à arquitectura do que à sua própria realidade material, enquanto peça cerâmica.

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