Polícias, crimes e criminosos : memórias de um inspetor de homicídios da polícia judiciária 1975-2005 / Samuel Antunes Teixeira
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : Chiado Editora, 2013Descrição física: 568 p.; 24 cmColeção: BiosISBN: 9789895106691Assunto: 321976Resumo: Estas são memórias dos 30 anos em que trabalhei na investigação de homicídios. Em alguns poucos casos tive que as complementar, com alguma imaginação para preencher uma ou outra falha de memória. Em outros, também recorri à imaginação para conseguir uma abordagem mais ampla de temas fraturantes da nossa sociedade que determinados casos refletem. Fi-lo, porém, sempre com base em situações que fazem parte desta minha vivência, sem desvirtuar o sentido do real. Não procurei uma estrutura uniforme na sua conceção, diversifiquei, e tentei fugir ao estilo "relatório de polícia", evitando descrições demasiado factuais, pormenorizadas ou técnicas sem, contudo, deixar de revelar aspetos do funcionamento da investigação criminal e da sua concretização processual. Procurei retratar pessoas, ambientes e mentalidades, assim como manifestei a minha posição sobre temas polémicos que não representa, de modo nenhum, os investigadores da Polícia Judiciária. Sou voz, não sou porta-voz.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCVR396 (Browse shelf) | IPJCC10739 | Available | IPJCC CID107399481 |
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Estas são memórias dos 30 anos em que trabalhei na investigação de homicídios. Em alguns poucos casos tive que as complementar, com alguma imaginação para preencher uma ou outra falha de memória. Em outros, também recorri à imaginação para conseguir uma abordagem mais ampla de temas fraturantes da nossa sociedade que determinados casos refletem. Fi-lo, porém, sempre com base em situações que fazem parte desta minha vivência, sem desvirtuar o sentido do real. Não procurei uma estrutura uniforme na sua conceção, diversifiquei, e tentei fugir ao estilo "relatório de polícia", evitando descrições demasiado factuais, pormenorizadas ou técnicas sem, contudo, deixar de revelar aspetos do funcionamento da investigação criminal e da sua concretização processual. Procurei retratar pessoas, ambientes e mentalidades, assim como manifestei a minha posição sobre temas polémicos que não representa, de modo nenhum, os investigadores da Polícia Judiciária. Sou voz, não sou porta-voz.
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