As medidas de coacção no processo penal português / Fernando Gonçalves, co-aut.Manuel João Alves
Idioma: Português.Publicação: Coimbra : Almedina, 2011Descrição física: 167 p.; 24 cmISBN: 9789724047126Assunto: 243031 | 225107 | 296186 | 250117 | 326080 | 5118Resumo: A obra que agora levamos ao prelo constitui uma síntese do que escrevemos em obras anteriores.dada a dispersão das questões agora compiladas em torno das Medidas de Coacção pareceu-nos ser esta a maneira mais interessante de apresentar este tema e os que lhe são próximos, agora actualizados à luz da imensa legislação, porventura pouco assertiva, que foi sendo publicada.Temos vindo ao longo dos últimos anos a participar em variados fóruns cívicos onde se tem debatido a violência doméstica, matéria que aqui apenas afloramos, onde, por regra, o debate se centra na construção sistemática de casas abrigo e não, como devia, em torno da aplicação da proibição e imposição de condutas, prevista no art.200 do Código de Processo Penal, como única forma de as vítimas deixarem de ser ainda mais vítimas.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCDPP162 (Browse shelf) | IPJCC10599 | Available | IPJCC CID105999336 |
oferta Fernando Gonçalves e Manuel João Alves
A obra que agora levamos ao prelo constitui uma síntese do que escrevemos em obras anteriores.dada a dispersão das questões agora compiladas em torno das Medidas de Coacção pareceu-nos ser esta a maneira mais interessante de apresentar este tema e os que lhe são próximos, agora actualizados à luz da imensa legislação, porventura pouco assertiva, que foi sendo publicada.Temos vindo ao longo dos últimos anos a participar em variados fóruns cívicos onde se tem debatido a violência doméstica, matéria que aqui apenas afloramos, onde, por regra, o debate se centra na construção sistemática de casas abrigo e não, como devia, em torno da aplicação da proibição e imposição de condutas, prevista no art.200 do Código de Processo Penal, como única forma de as vítimas deixarem de ser ainda mais vítimas.
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