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A história da pide / Irene Flunser Pimentel

Autor: Pimentel, Irene FlunserIdioma: Português.Publicação: Lisboa : Círculo dos Leitores, 2007Descrição física: 575 p. : il.; 24 cmColeção: Temas e DebatesISBN: 9789727599561Assunto: 106202 | 266546 | 226390 | 240290 | 321230 | 321069Resumo: Introdução. Primeira parte: a instituição policial. Funções e relações com o Estado. I. A PIDE/DGS. Poderes, funções e evolução (1945-1974). II. Os funcionários da PIDE/DGS: recrutamento, formação e disciplina. III. Relações da PIDE/DGS com o Estado e a Igreja. IV. A "Polícia Internacional". Segunda parte: a PIDE/DGS e os seus principais adversários. V. A PIDE e o PCP no pós-guerra (1945-1957). VI. Do "furacão Delgado" ao final do regime. A PIDE/DGS e o PCP entre 1961 e 1974. VII. A extrema-esquerda e as organizações de luta armada. Terceira parte: outros adversários/vítimas da PIDE/DGS. VIII. Tentativas de golpe militar e outros alvos políticos e religiosos. IX. Alvos "sociais". X. O outro lado da barricada: a luta contra a PIDE/DGS. Quarta parte: Os métodos da PIDE/DGS. XI. A informação e os informadores. XII. Da vigilância à investigação. XIII. As modalidades de tortura da PIDE/DGS. XIV. Mortos pela PIDE/DGS em Portugal. Quinta parte: da prisão ao julgamento. XV. As prisões políticas. XVI. A vida quotidiana nos cárceres e o comportamento prisional. XVII. As medidas de segurança. XVIII. Os julgamentos, os tribunais e a defesa dos presos políticos. Epílogo. XIX. A PIDE/DGS, as Forças Armadas e o MFA. Conclusões. Apêndices. Fontes e Bibliografia.Na presente obra analisa-se a forma como a política reprimiu, nos vários sectores da sociedade portuguesa, todos aqueles que relevaram qualquer dissidência social, política e até religiosa relativamente ao regime, tentando responder, entre outras, às perguntas: como se estruturava e quais eram os seu métodos, desde a vigilância, à captura, ao interrogatório, à investigação e à instrução dos processos? Quantos e quem foram os detidos políticos? Como era a vida nas prisões da PIDE/DGS? De que forma decorriam os julgamentos políticos nos tribunais plenários? E quais eram as relações entre a polícia portuguesa e o aparelho judicial político? Por fim, descreve-se de forma breve como a DGS soçobrou no dia 25 de Abril de 1974.
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Monografias Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
IPJCCCC528 (Browse shelf) IPJCC9996 Available IPJCC CID99968778

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Introdução. Primeira parte: a instituição policial. Funções e relações com o Estado. I. A PIDE/DGS. Poderes, funções e evolução (1945-1974). II. Os funcionários da PIDE/DGS: recrutamento, formação e disciplina. III. Relações da PIDE/DGS com o Estado e a Igreja. IV. A "Polícia Internacional". Segunda parte: a PIDE/DGS e os seus principais adversários. V. A PIDE e o PCP no pós-guerra (1945-1957). VI. Do "furacão Delgado" ao final do regime. A PIDE/DGS e o PCP entre 1961 e 1974. VII. A extrema-esquerda e as organizações de luta armada. Terceira parte: outros adversários/vítimas da PIDE/DGS. VIII. Tentativas de golpe militar e outros alvos políticos e religiosos. IX. Alvos "sociais". X. O outro lado da barricada: a luta contra a PIDE/DGS. Quarta parte: Os métodos da PIDE/DGS. XI. A informação e os informadores. XII. Da vigilância à investigação. XIII. As modalidades de tortura da PIDE/DGS. XIV. Mortos pela PIDE/DGS em Portugal. Quinta parte: da prisão ao julgamento. XV. As prisões políticas. XVI. A vida quotidiana nos cárceres e o comportamento prisional. XVII. As medidas de segurança. XVIII. Os julgamentos, os tribunais e a defesa dos presos políticos. Epílogo. XIX. A PIDE/DGS, as Forças Armadas e o MFA. Conclusões. Apêndices. Fontes e Bibliografia.

Na presente obra analisa-se a forma como a política reprimiu, nos vários sectores da sociedade portuguesa, todos aqueles que relevaram qualquer dissidência social, política e até religiosa relativamente ao regime, tentando responder, entre outras, às perguntas: como se estruturava e quais eram os seu métodos, desde a vigilância, à captura, ao interrogatório, à investigação e à instrução dos processos? Quantos e quem foram os detidos políticos? Como era a vida nas prisões da PIDE/DGS? De que forma decorriam os julgamentos políticos nos tribunais plenários? E quais eram as relações entre a polícia portuguesa e o aparelho judicial político? Por fim, descreve-se de forma breve como a DGS soçobrou no dia 25 de Abril de 1974.

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