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Drogas ilícitas e crime : ligações e repercussões / Olga Cruz...[et.al.]

Autor: Cruz, Olga Co-autor: Silva, Carla ; Pinto, Verónica ; Santos, Hugo; Silva, José In: Psiquiatria, Psicologia e Justiça. Santo Tirso. N. 6 (janeiro 2014) , p. 57-79Idioma: Português.Assunto: SOCIOLOGIA | DROGAS ILÍCITAS | DELINQUÊNCIA | TOXICODEPENDÊNCIA | TOXICODEPENDENTE | DELINQUENTE | PORTUGAL | CRIME Localização e Cota : PP461 Resumo: A relação droga-crime é um tema comum nos discursos sociais e científicos efrequentemente encarada como causal e direta, embora cada vez mais se desafie tallinearidade. Neste estudo quantitativo partimos das trajetórias desviantes propostas porAgra e Matos (1997) – delinquente-toxicodependente, especialista droga-crime,toxicodependente-delinquente –, com o objetivo central de avaliar se estas permanecemválidas e exclusivas. Os dados foram recolhidos, através de um questionário, junto deuma amostra de 83 reclusos e 78 reclusas de estabelecimentos prisionais do GrandePorto. Neste artigo apresentam-se resultados preliminares da amostra de reclusos,realçando-se que a trajetória toxicodependente-delinquente é aquela em que a maioriados participantes se autoposiciona, seguida da especialista droga-crime e, finalmente, dadelinquente-toxicodependente, o que difere dos resultados de Agra e Matos (1997).Atendendo à complexidade dos dados encontrados e ao facto de alguns serem distintosdos de estudos anteriores, salienta-se a relevância de continuar a explorar as relaçõesdroga-crime.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
PP461 (Browse shelf) Available

A relação droga-crime é um tema comum nos discursos sociais e científicos efrequentemente encarada como causal e direta, embora cada vez mais se desafie tallinearidade. Neste estudo quantitativo partimos das trajetórias desviantes propostas porAgra e Matos (1997) – delinquente-toxicodependente, especialista droga-crime,toxicodependente-delinquente –, com o objetivo central de avaliar se estas permanecemválidas e exclusivas. Os dados foram recolhidos, através de um questionário, junto deuma amostra de 83 reclusos e 78 reclusas de estabelecimentos prisionais do GrandePorto. Neste artigo apresentam-se resultados preliminares da amostra de reclusos,realçando-se que a trajetória toxicodependente-delinquente é aquela em que a maioriados participantes se autoposiciona, seguida da especialista droga-crime e, finalmente, dadelinquente-toxicodependente, o que difere dos resultados de Agra e Matos (1997).Atendendo à complexidade dos dados encontrados e ao facto de alguns serem distintosdos de estudos anteriores, salienta-se a relevância de continuar a explorar as relaçõesdroga-crime.

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